Viajar

Essa pergunta atualmente vale um milhão de dólares, não é mesmo?

Eu acredito que a partir do segundo semestre teremos alguma novidade no setor de viagens. E acredito que as viagens serão nacionais e para regiões próximas de onde moramos de preferência que dê para ir de carro.

O que nos dá mais segurança, e para o país e para a economia será ótimo, pois o Turismo gera empregos, melhora a renda das cidades visitadas, faz a economia circular e traz riqueza para o país. Pois nesse primeiro semestre e com a pandemia, empresários, trabalhadores, as famílias em geral perderam boa parte dos seus rendimentos, e a tendência é gastar menos.

Então será a vez de conhecer e viajar pelo Brasil, pois, possuímos lugares incríveis, com várias opções de lazer para todos os bolsos e gostos, a diversidade do nosso país é tamanha que não podemos nem reclamar e sim agradecer e aproveitar.

Por isso vamos ajudar o nosso amigo Agente de Viagens que com certeza vai nos atender com todo o carinho e nos dar excelentes dicas de viagens e até como viajar sem gastar horrores, e em todos os destinos sempre tem opções de passeios que não vão levar todo nosso dinheiro.

Ficamos tanto tempo confinados em casa que depois de tudo isso passar vamos querer mais é sair e com certeza não faltarão incentivos.

Muitas promoções surgirão, descontos para quem comprar antecipado. Dá para fazer bons negócios, pesquisando e com calma para conhecer ótimos lugares de acordo com a disponibilidade financeira de cada um.

Tudo com muita segurança em relação ao Novo coronavírus (que já não ta tão novo assim) porque todas as medidas de segurança sanitária que foram implementadas devem continuar e na verdade acho que por muito tempo e acho também que deverá se tornar permanente.

Mas nem tudo pode ser do jeito que imaginamos, podem ser que ainda demoremos um tempo para nos sentirmos seguros para viajar, mas isso só o tempo e o fim da pandemia nos dirá. E sendo assim, vamos planejar e realizar nosso desejo de viajar.

turismo ferroviário

Autorização para viagens foi publicada no DOU; segmento atenderá protocolo sanitário recomendado pelo MTur

 

 

 

 

As viagens turísticas de trem já podem ser retomadas a partir desta quarta-feira (10.06). A decisão que permite o funcionamento da atividade foi publicada na edição do Diário Oficial da União de hoje e representa um passo importante rumo à volta gradual do turismo no país. A Resolução 5.894/2020 atende a uma solicitação da Associação Brasileira das Operadoras de Trens Turísticos e Culturais (ABOTTC) e foi possível graças à articulação do Ministério do Turismo junto à Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT). O MTur solicitou a revogação do artigo 15 da resolução 5.893/2020, publicada no último dia 03, que havia determinado a interrupção de funcionamento de todos os trens turísticos do País.

Alguns trens que já estavam retomando as atividades, como os de Bento Gonçalves (RS) e os da Serra Verde (PR), tiveram de suspender a venda de bilhetes e a operação. O retorno se tornou possível porque o segmento de trens turísticos se comprometeu a aderir aos protocolos de biossegurança apresentados na última semana pelo Ministério do Turismo: o selo “Turismo Responsável – Limpo e Seguro”. O selo, que é gratuito e é emitido por adesão e compromisso espontâneo do empreendimento, auxiliará no processo de retomada do turismo, para que seja feito com segurança em 15 diferentes segmentos.

No caso dos trens turísticos, para auxiliar a volta do segmento com segurança para turistas e também para trabalhadores, o protocolo destinado a “Transportadora Turística” traz orientações gerais e específicas como: organizar horários de clientes de forma a evitar aglomeração de pessoas e manter, sempre que possível, portas e janelas abertas para melhorar a circulação do ar, auxiliando na ventilação natural do ambiente.

“O Ministério do Turismo tem trabalhado em diferentes frentes para assegurar que a retomada de nossa atividade ocorra de maneira segura para turistas e trabalhadores do segmento. O selo é um diferencial importante para esse novo turismo que surgirá com o fim da pandemia. O Brasil sai na frente de vários concorrentes mundiais ao estabelecer esses protocolos de biossegurança”, afirmou o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio.

SELO – A criação do selo de boas práticas em questões associadas à biossegurança é a primeira etapa do Plano de Retomada do Turismo Brasileiro, coordenado pelo MTur a fim de minimizar os impactos da pandemia e preparar o setor para um retorno gradual às atividades. Ele está vinculado ao Cadastro de Prestadores de Serviços Turísticos (Cadastur).

Para solicitar, o interessado deve acessar o site da iniciativa – turismo.gov.br/seloresponsavel e ler as orientações previstas no protocolo destinado ao segmento em que atua e estar com situação regular no Cadastur. Em caso positivo, ele adere à autodeclaração que atende os pré-requisitos determinadas e é encaminhado para uma área do site onde pode realizar o download do selo para impressão.

O selo, que é totalmente gratuito, deverá ser colado em local de fácil acesso ao cliente e conterá um QR Code pelo qual o turista poderá consultar as medidas adotadas por aquele empreendimento e/ou profissional. Além disso, possibilitará a realização de denúncias em caso de descumprimento o que poderá resultar em sua revogação.

Fonte: http://www.turismo.gov.br/%C3%BAltimas-not%C3%ADcias/13549-turismo-ferrovi%C3%A1rio-come%C3%A7a-retomada.html

perdas no setor de turismo

 

Desde o início da pandemia da covid-19, declarada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em março, o setor de turismo no Brasil já acumula perdas de R$ 87,79 bilhões em relação ao faturamento médio do período, segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

Com o fechamento de fronteiras, cancelamento de vôos e cuidados de isolamento social necessários para impedir a transmissão da doença, o setor foi fortemente impactado pela pandemia, disse a confederação, que prevê que o número de demissões no setor pode chegar a 727,8 mil até o fim deste mês.

De acordo com a CNC, somente o subsetor de alojamento e alimentação fora do domicílio, que responde por 57% dos empregos no turismo, pode ter demitido cerca de 350 mil trabalhadores formais de março a maio. A projeção se dá a partir de dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), que apontou a eliminação de 211,7 mil empregos formais em março e abril.

O presidente da CNC, José Roberto Tadros, avalia que as medidas emergenciais adotadas pelo governo federal ajudaram a reduzir o impacto, mas serão necessárias ações adicionais para preservar os empregos e as empresas do setor. As perdas do setor registraram R$ 13,38 bilhões em março e subiram para R$ 36,94 bilhões em abril, e R$ 37,47 bilhões em maio, meses em que houve “uma paralisia quase completa do setor”, segundo a CNC. Mais da metade do prejuízo nacional se deu nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro, aonde a oferta de transporte aéreo chegou a cair mais de 90% em abril e maio.

A CNC pontua que a flexibilização da quarentena em outros países não reverteu à queda, o que significa que o setor precisará de medidas de estímulo específicas. “Ainda não é possível detectar quando se dará a inflexão da atual tendência de perdas nas atividades que compõem o turismo nacional.

“Mesmo em outras regiões do mundo que já contam com o relaxamento da quarentena, nota-se uma inércia mais acentuada no processo de recuperação do turismo em relação a outras atividades econômicas” analisa a Divisão Econômica da confederação.

Fonte: https://www.uol.com.br/nossa/noticias/redacao/2020/06/10/perdas-no-setor-de-turismo-chegam-a-quase-r-90-bilhoes-diz-cnc.htm

destinos nacionais

Crédito: Bruna Prado – MTUR

O turismo doméstico é tema de mais uma campanha para estimular a retomada do setor no país após o fim da pandemia do novo coronavírus. Coordenada pelo Sistema Integrado de Parques e Atrações Turísticas (Sindepat), a hashtag “Viaje Pelo Brasil” tem o objetivo de estimular o turismo local e valorizar os destinos nacionais, bem como toda a cadeia produtiva do segmento. A iniciativa conta com a parceria de todas as entidades do setor: ABav, ABear, Abeoc, Abeta, ABIH, Abla, Abracorp, Abrape, Abrasel, Adibra, AIRTKT, Aviesp, AVIRRP, BLTA, Braztoa, FBHA, Fenactur, FOHB, Foreventos, Resorts Brasil, Sindepat, Ubrafe, Unedestinos e do Movimento Supera Turismo Brasil.

Com um vídeo de cerca de um minuto, a campanha tenta despertar a vontade dos brasileiros em desbravar os atrativos locais, a pluralidade cultural do país, o sol e as praias, a gastronomia e todas as atrações que fazem do nosso país um dos celeiros turísticos. No fim de maio, o secretário-geral da Organização Mundial do Turismo (OMT), Zurab Pololikashvili, destacou as potencialidades turísticas do Brasil e como essa vocação será importante na recuperação do país após a pandemia do novo coronavírus.

Para o presidente do SINDEPAT, Murilo Paschoal, a ideia do vídeo é mostrar as diversas opções turísticas do país e que, mais do que nunca, estão de braços abertos para os brasileiros. “Nosso objetivo com a campanha é fazer com que, quando as pessoas se sintam seguras para viajar de novo, elas optem por viagens pelo seu país, pela sua região e que assim ajudem a impulsionar o turismo brasileiro e a economia nacional como um todo”, destacou.

RETOMADA – Iniciativas organizadas pelo Ministério do Turismo também miram a volta à normalidade. Neste sentido, o órgão desenvolve a campanha “Não cancele, remarque!”, que busca proporcionar a manutenção de pacotes e serviços contratados e garantir a preservação de empregos. A Pasta também lançou o selo “Turismo Responsável – Limpo e Seguro”, primeira etapa de um programa que criará protocolos de segurança sanitária e de boas práticas para cada um dos segmentos do setor.

O selo integra o Plano de Retomada do Turismo Brasileiro, coordenado pelo MTur, que busca minimizar efeitos da Covid-19 e preparar o setor para um retorno gradual. O órgão já trabalha uma série de ações para o pós-pandemia, articuladas em conjunto com os setores público e privado. Além de preparar uma campanha de estímulo a viagens domésticas, o órgão pretende estruturar o turismo rodoviário, a partir da integração com outros modais de transporte, facilitando a realização de roteiros integrados por viajantes.

Veja a campanha!

Fonte: http://www.turismo.gov.br/%C3%BAltimas-not%C3%ADcias/13541-com-foco-no-turismo-dom%C3%A9stico,-parques-tem%C3%A1ticos-lan%C3%A7am-campanha-viajepelobrasil.html

Turismo Receptivo

Em 2012 escrevei este post sobre Turismo Receptivo. E esse dia estava pensando em formas de planejamento para o Turismo quando a quarentena terminar e me deparei com ele. Por incrível que pareça ele continua atual.

Todo turista que viaja independente do motivo, espera que sua estada na localidade visitada seja a melhor possível.

Não se pode esquecer que o Turismo se efetive graças à “gente atendendo gente”, por mais que haja novas tecnologias, processos informatizados e mecânicos, sempre se está em contato com alguém. Seja no atendimento em uma agência de viagens, no táxi, no balcão de check-in, no serviço de bordo, no desembarque, no traslado ao hotel, na recepção do hotel, na arrumação dos quartos, nos passeios, no balcão de informações, nas compras, no restaurante, haverá sempre alguém para atender ao turista.

Este sem dúvida é o mais crítico de toda atividade turística, pois de nada adianta uma localidade possuir belos hotéis, se o atendimento não for cortês, possuir belos atrativos e conviver com um guia de turismo sem paciência, possibilitar a realização de compras no comércio local e o turista encontrarem uma balconista desatenta, realizar campanhas de incentivo ao turismo e abrigar uma população indiferente e descontente com os visitantes.

Naturalmente outras situações poderiam ser evidenciadas. Assim torna-se fundamental que a localidade esteja preparada para receber e oferecer a melhor condição possível para os visitantes e turistas, pois com certeza, ao ser bem atendido ele estará propagando sua experiência a amigos e familiares, destacando os momentos agradáveis que vivenciou. Entretanto, caso a sua experiência não seja agradável, este mesmo visitante ou turista estará disposto a descrever com detalhes os infortúnios ocorridos em sua estada.

Como realizar um bom atendimento a visitantes e turistas em localidades turísticas?

Em primeiro lugar o “trade” e os demais envolvidos com a atividade devem identificar profissionais habilitados para a recepção e atendimento ao turista, daí a importância do treinamento e qualificação, pois trabalhar com Turismo “é coisa de profissional”.

Para tanto o profissional deve ser:

  • Atencioso e cortês para ouvir as dúvidas e sugestões apresentadas. A educação e cordialidade são fundamentais para o bom atendimento.
  • Ser preciso e claro nas informações prestadas, não se deve desmerecer as informações solicitadas e, tampouco, transmitir informações equivocadas, procure informar corretamente, caso contrário busque auxílio de outra pessoa.
  • Conhecer a localidade e os atrativos que possui, de maneira a transmitir aos turistas informações preciosas e motivadoras para sua permanência.

O bom atendimento prestado ao visitante e ao turista propicia uma melhor estada e compreensão da história, da cultura e dos costumes da localidade visitada, que somados a infra-estrutura básica (água, luz, telefonia, saneamento), a infra-estrutura turística (meios de hospedagem, alimentação, entretenimento, compras, informação), e aos atrativos (naturais, culturais, de negócios), compõem um cenário perfeito para o desenvolvimento da atividade turística.

O que o Turista quer encontrar?

Quando escolhemos (turista) um local para visitar, sempre pesquisamos o que ele possui para ser atrativo. Ou pelo menos, esperamos encontrar algo que nos desperte o interesse em conhecer determinado lugar.

A escolha de um destino turístico não depende somente das atrações oferecidas, mas também da infra-estrutura disponível para atender o turista durante a sua estadia, como: abastecimento de água; energia elétrica; postos de saúde; segurança pública.

Portanto, antes de optar por um destino, o turista analisa:

  •  Os atrativos – que correspondem aos principais elementos que motivam o fluxo turístico para um local. São os atributos naturais, os culturais e os eventos programados;
  •  As facilidades – também chamadas de infra-estrutura turística, que permitem a permanência do turista na localidade visitada. Mesmo que geralmente não sejam as principais responsáveis pela escolha de uma destinação, estes serviços facilitam o alojamento, alimentação é o entretenimento do turista. Muitas vezes a boa infra-estrutura para o turismo possibilita que o turista permaneça por mais tempo em uma localidade.
  • O acesso – que são as vias e os meios de transportes disponíveis que possibilitam a locomoção do turista até o local desejado e dentro das localidades.

Os atrativos turísticos podem ser:

  • Naturais: são paisagens naturais, selecionadas por seus valores qualitativos para o turismo, como montanhas, rios, praias, lagoas, grutas, etc.
  •  Culturais: são divididos em:
  1. Históricos: museus, castelos, ruínas, e igrejas;
  2. Culturais: exposições, teatros;
  3. Folclóricos: artesanato, música, dança;
  4. Serviços: gastronomia, parques (temáticos), casas noturnas, danceterias, cinemas, etc.
  • Equipamentos turísticos:
  1. Centros de convenções;
  2. Terminal turístico;
  3. Teatros;
  4. Plataforma de pesca, etc.

turismo receptivo

De uma maneira bem simples, turismo receptivo é como se fossemos receber visitas em nossa casa: a gente faz compras, limpa e organiza os quartos de hóspedes, prepara roupa de cama e banho, e faz o possível para deixar todo bem à vontade não é?

Com o turismo é a mesma coisa, só que para uma cidade inteira e para os visitantes.

Como ficarão as viagens depois do Covid 19?

O setor de viagens representa 10% da economia global.  Cada vez que uma pessoa viaja, acontece um efeito dominó de consumo que direciona dólares para companhias aéreas, hotéis, restaurantes, taxistas, artesãos, guias turísticos e lojistas e etc.

A indústria do turismo emprega 300 milhões de pessoas principalmente nos países em desenvolvimento, esses empregos representam para muitas pessoas o caminho para sair da pobreza e oportunidades de preservação cultural. Em época de Covid-19, um terço de todos os empregos está em risco, à redução do número de viagens, tanto em negócios quanto em lazer, colocam o setor em uma crise sem precedentes e talvez demore muito tempo para recuperar.  As medidas de quarentena variam de país para país e dentro de cada país, temos uma certeza: a de que as viagens internacionais estarão entre os últimos setores a se recuperar. Como será o setor de viagens no curto prazo e como evoluirá no futuro?

Para mim o turismo deve começar com as viagens dentro do país – o que chamamos de turismo doméstico, os deslocamentos serão pequenos, dentro do próprio estado ou até mesmo na região, até porque, a maioria das pessoas não conhece a região onde mora e isso seria uma bela oportunidade de ver a sua região com outros olhos e ver o potencial enorme que tem. Aos poucos e conforme aumenta o nível de segurança, talvez vacina, as pessoas vão começar a se arriscar por outros estados, e depois tipo num nível três a viajar para fora do país de origem.

Podemos aproveitar e investir em Turismo Receptivo (tema do meu próximo post) e deixar a cidade linda e preparada para nós moradores e para os nossos vizinhos.

eventos: nova tendência?Nesse primeiro trimestre de 2020 a realização de eventos on line foi a única alternativa para muitas empresas organizadoras de eventos. Aliás, até para palestrantes e empresas em geral, é tanto evento, tanta live que nem sabemos o que ver, e fora que têm várias acontecendo no mesmo horário e ficamos sem saber qual escolher…

Mas será que veio para ficar? Ou podemos mesclar os dois tipos: presencial e on line?

Sim com certeza podemos e devemos e inclusive essa é uma forte tendência que veio para somar aos nossos conhecidos Eventos presenciais. Os chamados Eventos Híbridos, já ouviram falar? Vamos às explicações:

Eventos híbridos – Definição: 

 Na língua portuguesa, a definição da palavra híbrido tem a ver com a junção de dois fenômenos distintos, que juntos formam um novo elemento mesmo com distinções entre si. E no conceito de marketing, a definição de eventos híbridos está relacionada à junção de dois opostos, eventos presenciais aliados a eventos online e/ou eventos digitais ou eventos virtuais.

eventos nova tendencia

Mas o que é um evento híbrido?

 

Essa definição ainda gera muitas dúvidas e divergências para profissionais e empresas que buscam pelo serviço. Há quem afirme que eventos híbridos acontecem quando algumas sessões são gravadas ou transmitidas e outras são realizadas ao vivo. Em oposição, existem os profissionais que afirmam que eventos híbridos só acontecem quando há a junção de um evento online com recursos digitais aliado a tecnologias complementares ao evento presencial.

Acho muito interessante juntar o virtual com o presencial para atrair o público que está cada vez mais conectado.  E tem sempre a galera que prefere o presencial, porque aí já dá um passeio, conhece muita gente e interage muito mais.  E leva muitos brindes para casa. Eu por exemplo. Também possibilita utilizar a imagem da sua empresa para transmitir credibilidade e gerar encantamento no público, mexendo com todos os sentidos dos participantes.

Quais sentidos um evento híbrido é capaz de aguçar no público? 

Existem três tipos de pessoas. As que são auditivas, visuais e as cinestésicas. Lembrando que uma pessoa pode absorver conteúdo com mais de um sentido, portanto os eventos híbridos conseguem mexer com todas elas, diferente de um evento presencial que consegue ser apenas visual.

Visuais – Pessoas que entendem informações quando visualizam imagens, gráficos, linguagem corporal, diagramas, slides. Conhecidos também por terem memória fotográfica.

Auditivo – Áudios, vídeos, Podcasts e músicas. Esse perfil de cliente é um gravador humano. Relaciona-se com recursos de sonorização e capta melhor as mensagens quando são expostas dessa forma.

Cinestésicos- Esse cliente é bem exigente e se enquadra bem nos eventos híbridos, já que ele aprende sempre melhor na prática; não basta apenas ler e ouvir, ele precisa “testar”, e está sempre em movimento. É ideal para experiências como óculos virtuais e recursos tecnológicos.

Por que os eventos híbridos têm resultados melhores que os eventos presenciais?

A tecnologia vem modificando completamente a forma como trabalhamos, nos comunicamos e fazemos negócios, e isso inclui a transformação de um mercado muito importante para todos os setores, o mercado de eventos. Imagine que anualmente eventos potencializam vendas em todos os segmentos, além de abrirem portas para novos negócios, apresentarem novos produtos, possibilitarem Networking e ajudarem a disseminar novidades e conteúdos exclusivos.

Mas será que tudo isso só pode ser realizado de forma presencial? Essa é a pergunta de muitos profissionais, até onde a tecnologia pode ir? A transformação digital dos eventos já é uma realidade e vem acelerando nos últimos anos, principalmente com a demanda do próprio público que está cada vez mais conectado e digital. Neste processo de transformação, as empresas se vêem diante de um dilema em relação ao formato dos eventos do futuro: eventos híbridos podem ter o mesmo resultado de eventos presenciais?

E a resposta é: com certeza!

A conclusão é simples. A junção de todos esses recursos digitais auxilia no fechamento de novos negócios, já que o cliente se sentirá atraído pela marca.

Imagine sair da sua casa para assistir uma palestra de duas horas com pessoas falando sem apoio de nenhum material digital? Cansativo né? Agora pense na mesma situação onde é possível interagir com elementos digitais, interagir com a marca e conseguir imergir realmente nesse conteúdo. É uma experiência completa!

O que ontem parecia o futuro, hoje é realidade, e vem transformando o mercado de eventos. Inovar com novas tecnologias tem sido fundamental e uma prioridade para empresas que precisa driblar a crise e progredir em meio a um cenário tão divergente.

Mas será que um evento híbrido pode ser lucrativo?

Imagine que você tem uma empresa. E que para um grande evento acontecer, sua empresa precisaria pagar custos com viagens, hospedagens em hotéis, alimentação, locomoção de palestrantes entre outros; e, além disso, ainda teria que arcar com toda a infraestrutura desse grande evento: espaço, funcionários, assessorias, marketing, grandes estruturas… os gastos são realmente exorbitantes, né?

Isso pode ser resolvido se o evento for realizado através de aplicativos como Zoom, Skype, Hangout, por exemplo, diminuindo significativamente os custos que teria caso o evento fosse realizado de forma presencial. Além disso, seria possível adicionar recursos tecnológicos em seus eventos híbridos, causando alcance, engajamento.

Quais os benefícios de um evento híbrido?

 Sensação de estar em casa:

Um evento assistido através do conforto da sua casa desmistifica a ideia de perfeição dos grandes eventos, trazendo uma sensação de proximidade com o conteúdo e informalidade. A linguagem digital é sempre mais leve e descontraída, e gera muita empatia pelo público.

Acessibilidade – Alcançar o participante que não pode estar no evento presencialmente. Independente do motivo (recursos ou tempo disponível), o evento digital permite que ele possa participar do evento à distância.

Cobertura geográfica do evento – o evento não tem restrições geográficas de alcance. Para participar, basta apenas a permissão de acesso, equipamento (computador ou Smartphone) e banda larga.

Acesso imediato – após a gravação, o conteúdo total ou parcial do evento digital pode ser disponibilizado on demand ou gratuitamente.

Evento mais sustentável – O digital tem impacto em todos os tripés da sustentabilidade. No econômico e ambiental, por evitar os deslocamentos, e os resíduos ambientais e emissão de carbono que o presencial tem. No tripé social, oferece capacitação e conhecimento, além de certo grau de Networking e engajamento com os demais stakeholders.

Melhor custo x benefício – tem custo que tende a zero em várias despesas, como viagens (transporte, alimentação e hospedagem) dos participantes e palestrantes, venue (local onde é realizado), decoração, cenografia, alimentos e bebidas (coffee-breaks, almoço, jantar, etc.), audiovisual, recursos humanos (recepcionistas e seguranças e montadoras, entre outros fornecedores indispensáveis para o evento presencial acontecer

Cinco dicas para ter eventos híbridos de sucesso

  • Pesquise e escolha a plataforma que você mais se adaptou para não ter problema na hora da transmissão e que seja de confiança também;
  • Caso seu evento tenha uma grande dimensão, contrate uma empresa especializada em gestão de transmissão de Streaming;
  • Pesquise recursos tecnológicos diferenciados (Óculo VR, gamificação, transmissão 360°)
  • Tenha uma infraestrutura adequada (espaço, câmera, som e iluminação de qualidade)
  • Convide palestrantes de outros estados ou países. A imersão deve ser completa.

Já está convencido que eventos híbridos é a solução ideal para empresas?

Lembrem-se, seus clientes são cada vez mais digitais. Apostar em soluções tecnológicas, além de reduzir custos e simplificar projetos, pode ajudar a construir uma imagem de credibilidade e desenvolver um novo tipo de relacionamento com o seu público.

Além de ser uma tendência esse formato de evento representa uma oportunidade de ampliar o alcance da sua mensagem, obter informações valiosas sobre os participantes, e obter um ótimo mailing do seu público-alvo pós- transmissão.

Pessoal: dei uma pesquisada em alguns sites sobre o assunto porque ninguém sabe tudo e se informar é vital:

Fonte: https://www.crosshost.com.br/blog/o-que-sao-eventos-hibridos/

Fonte: https://www.moblee.com.br/blog/eventos-hibridos/

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Turismo e Coronavírus: Como recuperar as empresas?

A Indústria do Turismo gera 10% do PIB Mundial. Tanto no turismo de negócios como de lazer, entretenimento, gastronomia e etc…

Nesse momento os prejuízos em toda cadeia produtiva são catastróficos.  Os Eventos têm impactos econômicos de Um trilhão de dólares, no Brasil são mais ou menos 600.000 eventos por ano, por dia são 1600 Eventos.

O setor parado representa 25 milhões de dólares que a América Latina deixa de fazer com o isolamento social. É muito complicado tentar buscar o equilibro entre a economia e a saúde, vai ser preciso que todos cedam.

Dentro de toda a Cadeia Produtiva do Turismo, ninguém vai poder ou conseguir ganhar o que já investiu, todos terão que se adequar a realidade e equilibrar os ganhos e perdas, e podemos levar de um a dois anos para recuperar ganho e ter equilíbrio nas contas.

turismo e o coronavírus 2

Sabemos que não vai ser fácil, mas, no momento é o que podemos e devemos fazer.

E como iniciar o processo de retomada dos Eventos:

  • Optar por reagendar os eventos quando for possível;
  • Negociar prazos de pagamentos de financiamentos (se tiver);
  • Flexibilizar os contratos com parceiros;
  • Respeitar seus custos fixos;
  • Manter seu networking ativo;
  • Utilizar a tecnologia como sua aliada (plataformas para transmissão on line);
  • Planejamento financeiro bem estruturado para sobreviver em tempos de recessão.

Todos os negócios estão passando por algum tipo de ajuste, seja em relação a funcionários, contratos, calendários de eventos, negociações com fornecedores, e etc.

Essa situação é a de muitas empresas, mas é possível contornar o cenário pouco a pouco e planejar a volta assim que possível e já estamos mais perto de começar nos preparar para voltar se não 100%%, mas 50% já são um recomeço mesmo que com restrições.

No caso dos Eventos, acredito que com um público mais reduzido e sempre podemos mesclar com as transmissões on line que a meu ver vieram para ficar e nos ajudar.

São muitas perguntas sem resposta ainda, e com certeza por um tempo não vamos ter todas, vamos acertar e errar, mas o importante é não desistir, não deixar de sonhar e de lutar.

É não ta fácil pra ninguém, imagina para o Turismo que depende da movimentação de pessoas?

Um novo estudo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) revelou que o setor de turismo no Brasil acumula perdas de R$ 62,5 bilhões desde o início da pandemia do novo coronavírus, no dia 11 de março. Rio de Janeiro (R$ 8,86 bilhões) e São Paulo (R$ 22,6 bilhões), principais focos da Covid-19 no Brasil, concentram mais da metade do prejuízo nacional registrado pelo setor, ainda de acordo com a CNC.

Segundo a Confederação, a perda de R$ 13,4 bilhões, durante o mês de março, chegou a R$ 36,94 bilhões em abril e a R$ 12,24 bilhões somente nos dez primeiros dias de maio, totalizando mais de R$ 60 bilhões de perdas em relação ao período pré-pandemia. O segmento segue sendo fortemente impactado pela intensificação de medidas visando à redução do ritmo de expansão da doença, como o isolamento social e o fechamento das fronteiras em diversos países.

“Existe uma grande correlação entre o fluxo de passageiros, que caiu drasticamente no País, e a geração de receitas no Turismo. O cenário para o setor, que já era bem negativo há dois meses, se agravou nas semanas seguintes, alcançando uma paralisia quase completa nos dois últimos meses, a ponto de praticamente triplicarem-se os prejuízos no período”, explica o presidente da CNC, José Roberto Tadros.

Considerando os 16 maiores aeroportos do Brasil – responsáveis por mais de 80% do fluxo de passageiros –, as taxas de cancelamento de vôos nacionais e internacionais saltaram de uma média diária de 4%, nos primeiros dias de março, para 93% até o fim de março. Em relação à última semana de fevereiro, o número de vôos confirmados diariamente recuou 91% em relação ao período anterior à pandemia.

Sabemos que todos os setores da economia estão sendo afetados, mas o segmento voltado ao Turismo terá o processo mais longo de recuperação, temos uma projeção de 300 mil desempregados

Alexandre Sampaio, diretor da CNC responsável pelo Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade (Cetur) da entidade, chama atenção para o potencial número de empregos que podem desaparecer. “Sabemos que todos os setores da economia estão sendo afetados, mas o segmento voltado ao Turismo terá o processo mais longo de recuperação, temos uma projeção de 300 mil desempregados. Vamos fazer o que for possível para minimizar os efeitos negativos no nosso setor”, afirma.

Temos que pensar em soluções e ao mesmo tempo temos que pensar na saúde. Será um processo longo e de recuperação lenta. Porém temos que manter o otimismo.

Fonte: https://www.mercadoeeventos.com.br/_destaque_/slideshow/turismo-ja-perdeu-mais-de-r-62-bilhoes-em-funcao-da-pandemia-estima-cnc/

varias formas de viajar

Existem várias formas de viajar:

Viajar através dos livros, das novelas, dos filmes, sim, podemos viajar sem sair de casa, claro que é muito melhor conhecer o lugar dos nossos sonhos pessoalmente, mas antes disso podemos visualizar em nossa mente, na nossa imaginação e acalentar esse desejo lentamente, pensando nos mínimos detalhes, no que vamos encontrar quando chegarmos.

Eu mesma viajei minha adolescência toda através dos livros, passava horas na biblioteca municipal e como viajava lendo todos aqueles livros e imaginando como seria o local, as pessoas, suas histórias,  gastronomia, podia até criar um final diferente do livro, e as vezes tinha a sensação de realmente estava lá, e  a cada livro lido era como se tivesse viajado mais um pouco, conhecido um lugar diferente.

Talvez todas essas minhas tardes na biblioteca tenha me influenciado a estudar Turismo? Pode ser que sim. Mas na época o que me importava mesmo era que sentia que realmente estava lá, e minha mente parecia que me transportava para muitos lugares e era muito bom, e foi essa maneira que encontrei de conhecer vários lugares, várias culturas da comida aos hábitos das pessoas, seja no passado ou no presente e quando realmente pude viajar sempre gostei de conhecer as pessoas do lugar, a comida, suas histórias, pra mim torna a viagem muito mais enriquecedora e inesquecível e claro que rende sempre bons amigos.

Atualmente, a maioria das pessoas viaja porque está na moda, vão a lugares que os famosos vão, e acreditem, vão simplesmente para tirar fotos e postar nas redes sociais e nem percebem a beleza do local, sua gente.

Viajar é algo além das fotos, tiro fotos claro, confesso que muito poucas, porque prefiro observar, interagir e realmente estar ali, as vezes (quase sempre) esqueço das fotos.

Vou propor um exercício para escolher a sua próxima viagem: Escolha o Local, procure se tem algum livro sobre ele, pode ser um filme, um documentário, se prepare com informações, crie um roteiro na sua cabeça, de como você vai aproveitar o lugar e quando for com certeza vai ser diferente, você vai ter a impressão de já ter estado ali…..Depois me conte aqui nos comentários.

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