São Paulo se transforma em uma autêntica Torre de Babel

Da Redação
Bares cheios, restaurantes onde são ouvidos vários idiomas diferentes, pontos turísticos com pessoas falando várias línguas diferentes. Desde a semana passada, com o início da Copa do Mundo FIFA 2014, a cidade de São Paulo vem recebendo a visita de milhares de turistas, boa parte deles de outros países.


É o que mostram os relatórios da Sala de Monitoramento do Atendimento ao Turista da Copa do Mundo em São Paulo, iniciativa da São Paulo Turismo (SPTuris), empresa municipal de turismo e eventos da cidade, vinculada a Secretaria Especial para Assuntos de Turismo.

De acordo com a apuração diária do órgão, feita pelo Observatório do Turismo (núcleo de pesquisas da SPTuris), os principais pontos turísticos da cidade e restaurantes tiveram aumento na freqüência, sobretudo de estrangeiros.

Em um só dia (11 de junho, véspera da abertura da Copa), mais de 2 mil visitantes internacionais passaram pelo Museu do Futebol.


O mesmo movimento foi registrado nas Centrais de Informação Turística (CITs) da Capital, administradas pela SPTuris. O fluxo nas CITs aumentou cerca de 150%, sendo que 55% das pessoas são de outros países.

Ainda no útlimo dia 11, mais 90% do público que procurou as centrais era formado por estrangeiros. Em dias normais, a freqüência de turistas internacionais nas CITs é de cerca de 21,7%.


Cresceu ainda em 50% a procura por passeios na cidade (city tours) em algumas das principais agências de turismo receptivo de São Paulo, assim como no SP Free Walking Tour, que dobrou o número de turistas atendidos na semana passada.

Mais desembarques

Também houve aumento no número de desembarques em São Paulo. No Terminal Tietê, houve um aumento de 10% no fluxo de passageiros para o período e no Aeroporto de Congonhas o número de desembarques foi 3,5 vezes maior em 12 de junho, dia da abertura da Copa em São Paulo, na comparação com os três dias anteriores.


As menções positivas relacionadas ao Mundial e aos pontos turísticos da Capital nas redes sociais também foram mencionados no último relatório da Sala de Monitoramento, sendo que Avenida Paulista, Museu do Futebol, Masp, Pinacoteca, Rua 25 de Março, Mercadão e Vila Madalena foram os mais citados, nesta ordem.

Para o secretário municipal para Assuntos de Turismo e presidente da SPTuris, Wilson Poit, os números representam o que está se vendo nas ruas. “Ao passear pela Paulista e pela Vila Madalena, é possível ver que São Paulo está cheia de turistas, que estão aproveitando e muito a cidade”, comemora.

Poit diz ainda que os relatórios da Sala de Monitoramento, além de ser um termômetro para o turismo paulistano durante a Copa, está servindo para melhorar o atendimento aos visitantes.
“Se percebemos um aumento de turistas em determinadas regiões, como a Paulista, levamos nossa Central de Atendimento ao Turista móvel para lá. Se temos mais procura por passeios em agências, reforçamos o fornecimento de guias e mapas. Estamos monitorando o turismo da cidade e agindo estrategicamente”, explica.


Todos os relatórios da Sala de Monitoramento do Atendimento ao Turista da Copa do Mundo em São Paulo estão disponíveis em www.observatoriodoturismo.com.br.

 

Fonte: http://www.atribuna.com.br/turismo

Com abertura de museu, Setur lança Roteiro Pelé para orientar turistas

Da Redação
Com a inauguração do Museu Pelé, neste domingo, com a presença da presideta Dilma Ropusseff e do próprio Atleta do Século,  a Secretaria de Turismo (Setur) de Santos lança o Roteiro Pelé, que traz curiosidades e informações sobre os locais que marcaram e ainda marcam a vida do Rei do Futebol em Santos.
Um mapa estilizado traça a rota de 12 pontos onde o Pelé viveu, jogou, recebeu homenagens e que guardam objetos ligados à sua carreira. Dentre estes locais, há alguns que ainda são frequentados pelo Atleta do Século, como a barbearia do ‘seo’ Didi, na Vila Belmiro.
O guia traz também particularidades sobre a vida do Rei, como sua passagem pela política, quando foi ministro do Esportes; e pelo mundo do cinema, quando atuou ao lado do astro americano Sylvester Stallone, no filme Fuga para a Vitória.

O Roteiro Pelé, que também tem versões em inglês e espanhol, já está disponível nos postos de informações turísticas da cidade, nos postos volantes instalados pela Setur para Copa do Mundo e em locais de grande movimento.

Quanto ao museu, será aberto à visitação pública a partir de segunda-feira, dia 16, das 13 às 18 horas, reabrindo de terça-feira em diante das 10 às 18 horas.
Os ingressos custam R$ 18,00 (inteira) e R$ 9,00 (meia-entrada para crianças até 12 anos, estudantes e Terceira Idade).


Confira a lista de pontos presentes no roteiro: 

1) Museu Pelé
2) Faculdade de Educação Física de Santos (Unimes)
3) Casa dos Pais
4) Pensão da Dona Jorgina
5) Casa do Pepe Gordo (1º empresário de Pelé)
6) Calçada da Fama do Cine Roxy
7) Centro de Memória Esportiva De Vaney
8) CT Rei Pelé
9) Memorial das Conquistas
10) Estádio Urbano Caldeira
11) Estátua (Av. Epitácio Pessoa x Av. Almirante Cochrane)
12) Barbeiro Didi.

Fonte: http://www.atribuna.com.br/turismo/

Com a normativa, planejamento e organização de viagens turísticas e de roteiros e itinerários serão atividades privativas das agências.


A presidenta Dilma Rousseff sancionou, na última quinta-feira (15), a lei que regulamenta as atividades das agências de turismo. O projeto de Lei havia sido aprovado no Senado Federal no dia 22 de abril, data em que é comemorado o Dia dos Agentes de Viagem. A lei foi publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira (16).
De acordo com o texto, é privativo das Agências de Turismo o exercício de atividades como a venda comissionada ou intermediação remunerada na comercialização de passagens, passeios, viagens e excursões, nas modalidades aérea, aquaviária, terrestre, ferroviária e conjugadas.
Ela também será a responsável pelo assessoramento, planejamento e organização de atividades associadas à execução de viagens turísticas ou excursões e organização de programas, serviços, roteiros e itinerários de viagens, individuais ou em grupo, e intermediação remunerada na sua execução e comercialização. Organização de programas e serviços relativos a viagens educacionais ou culturais e intermediação remunerada na sua execução e comercialização também será uma atividade privativa da agência de turismo.
A regulamentação também autoriza a agência de turismo, caso seja de interesse da empresa, a prestar serviços como a obtenção e legalização de documentos para viajantes, desembaraço de bagagens nas viagens e excursões de seus clientes, intermediação remunerada de serviços de carga aérea e terrestre, venda de livros, revistas e outros artigos destinados a viajantes, entre outros.
Uma das determinações da lei é que as agências de turismo sempre informem para seus clientes o preço total do serviço, as condições de pagamento e, se for o caso, as de financiamento. Além das condições para alteração, cancelamento e reembolso do pagamento dos serviços. Os nomes das empresas e empreendimentos participantes da viagem ou excursão também deverão ser informados para os consumidores.
A nova lei traz, ainda, a agência de turismo como a responsável direta pelos atos de seus prepostos, inclusive os praticados por terceiros por ela contratados ou autorizados, se ao contrário não dispuser a legislação vigente.
Fonte: http://www.brasil.gov.br/turismo/2014/05/
A viagem de férias sempre envolve muita expectativa, mas a falta de um planejamento certo pode fazer que o tão esperado momento de lazer se transforme em frustração: praia com chuva, esqui sem neve, compras sem economia. 
Escolher a época certa para visitar alguns destinos turísticos pode ser fator decisivo entre férias de sonho ou um tremendo fracasso. Conheça os prós e contras de cada época em diversos locais do Brasil e do mundo.
Europa
Inverno nos países europeus quase sempre quer dizer dias curtos, céu cinza, muito frio, vento e, em alguns lugares, neve. Mas também pode significar preços baixos. Considerada baixa temporada, essa é a época em que é possível encontrar melhores ofertas em passagens aéreas e hospedagem, sem contar as filas consideravelmente menores em atrações como a Torre Eiffel ou a London Eye.

No verão a situação é oposta. Dias longos, chegando a anoitecer às 10h da noite nos países mais ao norte, clima agradável, parques lotados e um povo muito mais feliz. O continente está cheio de vida – e de turistas. Os preços sobem e é bom reservar uma boa dose de paciência para gastar em intermináveis filas e atrações lotadas.


Uma boa opção é visitar o Velho Continente durante a primavera. É quando se encontra o “meio termo”. Fora das férias escolares, não há tanta gente circulando pela Europa. Os preços são mais convidativos, e é quando se encontram as melhores paisagens, com a vegetação esbanjando vida depois dos gelados meses de inverno, e as flores enfeitando as ruas das cidades. Assim como no outono, o clima costuma ser bastante instável, então é bom levar algumas mudas de roupas a mais para evitar ser pego desprevenido.

Getty Images

Em Miami, os meses mais quentes do ano são os mais chuvosos, atrapalhando quem quer curtir as praias

EUA
Sendo o quarto país em extensão territorial do mundo, é difícil encontrar uma regra que abranja o gelado Alasca, o paradisíaco Havaí, o deserto da Califórnia e a cosmopolita Nova York. A melhor época para viajar varia aqui de acordo com o destino e o objetivo da viagem. Se quer se aventurar nos esquis, a temporada vai de novembro a março. No geral, porém, é melhor visitar os EUA entre a primavera e o verão, de maio a setembro, pois é possível encontrar temperaturas mais agradáveis em todo o país.

Em um dos destinos mais procurados pelos brasileiros, Miami, a regra se inverte. Os meses mais quentes do ano são os mais chuvosos, atrapalhando quem quer curtir as praias da região. Os meses do inverno no hemisfério norte são considerados alta estação na cidade, pois atraem os americanos que estão fugindo das temperaturas mais frias. Como resultado, se encontram preços altos e muitos turistas.


Mas como quem vai para Miami normalmente está mais preocupado em fazer compras, a melhor época é sempre no final das estações. É quando as lojas se preparam para novas coleções e precisam fazer uma limpa no estoque. É a época das grandes promoções.

Caribe
Entre julho e novembro é temporada de furacões no Caribe (com exceção a lugares como Curaçao, Aruba, Barbados e Los Roques). Mas onde alguns veem desastre, outros veem oportunidade. Enquanto muitos fogem de possíveis catástrofes, outros aproveitam essa época do ano justamente pelos preços consideravelmente mais baixos em hospedagem, passeios e passagem aérea. As chances de um furacão dar as caras na semana exata e na ilha que você está visitando existem, mas não são tão grandes assim. Caso dê o azar, a previsão costuma chegar pelo menos dois dias antes do furacão em si. Para o turista, o risco maior é ter de passar os dias de férias trancado dentro de um abrigo.

Para quem não quiser assumir o risco, após a Páscoa termina a temporada alta do Caribe (que coincide com a época mais seca). Em seguida começa a temporada mais úmida, mas nada que vai atrapalhar seu bronzeado. Nessa época os preços já começam a baixar.

Getty Images

Na Venezuela, a estação seca é entre dezembro e abril

 América do Sul

Argentina e Chile recebem de julho a setembro um grande número de turistas que sobem a Cordilheira dos Andes em busca de neve e boas pistas para a prática de esqui. Para quem busca conhecer o restante desses dois países, assim como os vizinhos Paraguai e Uruguai, o verão, de dezembro a abril, é a melhor época. É quando o clima fica mais agradável e até na Patagônia é possível encontrar temperaturas amenas.

Mais ao norte a lógica se inverte. Bolívia, Peru e Equador tem no verão os meses mais chuvosos, deixando tudo mais difícil e sem graça. O céu permanece quase sempre coberto, e atrações como os cinco dias de trilha pelo caminho Inca até Machu Picchu se tornam consideravelmente mais desafiadores. Mas há exceções, como o Salar do Uyuni, que durante a época de chuva ganha uma camada de água bem fina, transformando tudo em um grande espelho. O visual é impressionante.
Na Colômbia, a melhor época é de dezembro a março e de junho a setembro, quando o clima está mais seco. Na Venezuela, a estação seca é entre dezembro e abril. Apesar de em geral ser a melhor época para visitar o país, o Salto Angel, a maior queda d’água do mundo com 979 metros de altura, tem menor volume de água. É quando chove que o lugar mostra todo o seu esplendor.
Ásia
Se há uma região do mundo em que se deve pesquisar bem o clima antes de ir, esse lugar é a Ásia. E por um motivo bem específico: as monções. São ventos sazonais diretamente ligados à estação de chuvas, e por ali isso quer dizer tufões, tempestades e alagamentos, que podem se estender de abril até novembro. Em alguns países elas são mais tranquilas, mas é recomendável que sejam evitadas, pela felicidade de sua viagem.

Apesar de estarem fora da área de monções, Japão, China e Coréia apresentam clima extremamente quente e úmido durante o verão. Considere então que o calor vai acompanhar seu roteiro, assim como chuvas que podem acabar com passeios ao ar livre.
No Japão, as cerejeiras florescem de fevereiro a abril, enchendo ruas e parques de cores e vida. O momento é ideal para conhecer o país das sakuras, que são também a flor símbolo do país.
Getty Images

A temporada de monções em países asiáticos, como a Tailândia, vai de abril a novembro

África
No imenso continente, tudo depende do objetivo da viagem do turista. Pra pegar praia na África do Sul, o melhor período é de março a novembro, quando se pode aproveitar o calor do verão. Para safáris no país, porém, é melhor evitar a época por conta das altas temperaturas. Para visitar a rota verde e a Cidade do Cabo, os meses de junho a agosto devem ser evitados, pois contam com dias frios e chuvosos.

Nos demais países do sul, o inverno apresenta grande amplitude térmica, com noites frias e dias amenos, com sol e pouca chuva. No verão, o calor é intenso e há aumento das chuvas. Em Zanzibar, o período de março a maio, chuvoso, deve ser evitado, enquanto nas Ilhas Maurício e Seychelles de dezembro a março as chuvas acontecem principalmente de dezembro a março, acompanhadas de calor e ciclones tropicais. Para safáris no Quênia e na Tanzânia, a atenção deve ser no fluxo dos gnus e zebras, que muda todo ano, mas é fundamental para aproveitar ao máximo a incursão nas savanas africanas.


BRASIL

Sul
A região apresenta estações bem definidas, com verões úmidos, sendo comum fortes chuvas no final da tarde. Durante o inverno, o Rio Grande do Sul segue bastante úmido, enquanto em Santa Catarina o tempo fica mais seco. Uma recomendação é visitar as praias de Santa Catarina durante o outono, quando a horda de turistas argentinos e paulistas já foi embora, o clima é ameno e chove pouco.

Na Cataratas do Iguaçu chove mais no verão e o tempo fica mais seco no inverno. Apesar de isso influenciar no volume das águas, o espetáculo da natureza é encantador durante todo o ano e, seja pela chuva ou pela água que espirra das Cataratas, você vai acabar molhado. Para aqueles que não são chegados em aglomerações, vale a pena evitar o período de férias escolares ou os feriados.

Sudeste

No calor do verão ir ao litoral é um programa praticamente irresistível. Como resultado, praias lotadas e preços pouco convidativos. Para quem quiser fugir, o ideal é aproveitar os dias de calor da primavera e outono. Durante o inverno, com temperaturas mais baixas e menos mosquitos, a dica é aproveitar o que resta de Mata Atlântica. Também é quando o mar apresenta as melhores ondas para a pratica de surfe.

Cris Gutkoski/UOL

Os encantos dos Lençóis Maranhenses são maiores após a temporada de chuvas

Nordeste
O verão é a época do ano mais badalada no nordeste brasileiro, mas quem quiser pagar menos pode aproveitar a baixa temporada, que vai do fim do Carnaval ao início de novembro. Do litoral da Bahia ao Rio Grande do Norte, de abril a julho se concentra o período de chuva, mas de agosto a dezembro o céu azul é predominante.

No Maranhão, os Lençóis Maranhenses podem ser visitados durante todo o ano, mas seus encantos são maiores em épocas específicas. As lagoas entre as dunas são formados pela água da chuva, e ficam vazias durante os meses mais secos. O recomendado é visitar o lugar logo após o fim das chuvas, em junho, quando o tempo está seco, mas as lagoas estão cheias.
Norte
Na região do Amazonas brasileiro o inverno significa chuva, muita chuva. Entre dezembro e maio é comum enfrentar alagamentos. Em compensação, o clima é mais ameno, com uma brisa constante que alivia o calor típico da região. Já de junho a novembro, época seca, o principal desafio para os turistas é enfrentar o forte calor, que pode superar os 40°C. Para curtir os igarapés, cachoeiras e praias fluviais da região, a melhor época é no mês de agosto, quando o tempo está seco, mas os rios ainda estão cheios do período de chuvas.

No Pará, a bela Alter do Chão atrai turistas principalmente durante o verão, a partir de agosto, quando as águas começam a baixar e revelar as praias da região. Em novembro, as águas atingem o nível mais baixo, as castanheiras florescem, as tartarugas fazem a desova e os pássaros se reproduzem.
Getty Images

No Pantanal, a melhor época é de maio a setembro, período da vazante ou seca

Centro-Oeste
A melhor época para visitar a capital brasileira é entre maio e julho, pois não chove muito como no verão, mas o tempo não é seco como de agosto a setembro. Perto dali, na Chapada dos Veadeiros, a dica é ir no período de chuvas de dezembro a março, quando a vegetação está mais verde e os rios e cachoeiras mais caudalosos.

A mesma regra serve para Bonito, no Mato Grosso do Sul. Com a vegetação mais verde, os animais aparecem, pois tem vegetação de sobra e o nível dos rios está mais alto. Durante as secas, as frequentes queimadas afugentam a fauna para longe.
Na Chapada dos Guimarães, no Mato Grosso, a melhor época para curtir a região é durante a temporada de seca, que vai de abril a setembro. De outubro a março, apesar das chuvas, o forte calor torna o aguaceiro mais agradável. A recomendação é evitar o inverno, quando a neblina toma conta do local, impossibilitando a contemplação das paisagens.
Já no Pantanal, a melhor época é de maio a setembro, período da vazante ou seca, quando as chuvas diminuem e as estradas são transitáveis. São os melhores meses para a observação de pássaros. Já de outubro a novembro, apesar de o calor poder chegar a até 46°C, o momento é é bom para observar os animais, já que as áreas alagadas estão reduzidas, e os animais têm que disputar um espaço nela. De janeiro a março, além do calor forte, chove muito e os insetos se proliferam, podendo deixar a experiência de viagem desagradável. O melhor período para pescar o pacu é de março a maio; o pintado, de agosto a outubro.
Fonte: Felipe Floresti
Do UOL, em São Paulo

Informações: www.turismoeideias.com.br ou selma@turismoeideias.com.br
Gramado uma cidade com imensas belezas e riquezas naturais exuberantes, é atualmente o maior pólo turístico do Rio Grande do Sul e um dos mais importantes do Brasil.

A cidade  se destaca como centro de grandes eventos (congressos, seminários e encontros) além de sediar anualmente um dos mais tradicionais festivais de cinema da América Latina: o Festival Brasileiro e Latino de Cinema.

Outros eventos importantes e que atraem milhares de turistas são o festival natalino conhecido como Natal Luz e a Festa da Colônia, esta uma das festividades mais integradora dos grupos que colonizaram a região: açorianos, alemães e italianos.

Entre as atrações mais visitadas pelos turistas estão o Museu de Cera Dreamland, Harley Motor Show, Hollywood Dream Cars, Salão do Super Carros, Mirante Vale do Quilombo, o lago Negro, o lago Joaquina Bier, o pórtico de entrada via Taquara, o pórtico de entrada via Nova Petrópolis, o Mini Mundo, a Cascata Véu de Noiva, a Aldeia do Papai Noel, no Parque Knorr, o Palácio dos Festivais, a Praça das Bandeiras, a rua Madre Verônica (rua coberta), a praça Major Nicoletti, a igreja São Pedro, o centro de cultura, o Museu dos Festivais de Cinema, igreja luterana, fábricas de chocolate, Museu de Cera Dreamland, inaugurado em dezembro de 2009.

Outro local que merece uma visita é o Museu Medieval, situado num castelo estilo medieval que além de exibir brasões e armas medievais, também abriga o único Museu de Cutelaria do Brasil, exibindo facas, espadas, adagas etc., de todas as partes do mundo.

Além do turismo familiar e de grupos, Gramado tem se tornado referência no turismo de negócios. Em virtude deste novo nicho, a cidade construiu uma estrutura para abrigar todos os tipos de atividade. O Gramado Sierra Park e a ExpoGramado são espaços que juntos somam 35 000 metros quadrados de área e que possuem infraestrutura suficiente para abrigar grandes feiras.

Não deixe de conhecer! Vale a pena! 

Já pensou onde quer ir nas férias de julho? Aproveite esses destinos maravilhosos….Europa com Guia Brasileiro.




 Informações: selma@turismoeideias.com.br / telefone: (13)3364 1557

site:www.turismoeideias.com.br
O feriado mais esperado pelos brasileiros é o Carnaval e quem ainda não decidiu qual será seu destino não faltam opções :

Para quem gosta de agito o carnaval de Salvador, Recife, Olinda, Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo e em nosso litoral, contam desfiles das Escolas de Samba, festas e blocos que tomam conta das ruas e clubes, e haja fôlego.

Em Curitiba também dá pra acompanhar os blocos de rua e os desfiles de escolas de samba da cidade,  quem gosta de luxo e mordomia Balneário Camboriú é o ideal.

Quem quiser fugir do samba enredo, não precisa nem ir muito longe da capital: o interior e a serra são os locais ideais, com seus hotéis que são verdadeiros refúgios de paz, neles o descanso é garantido.


E porque não passar o carnaval em alto mar? São vários navios que prometem dias de folia em alto mar e com paradas no Rio de Janeiro, Salvador,  Angra dos Reis, Ilhabela, Punta del Este, Buenos Aires, Montevidéu e Itajaí. Demais, não?

Dá ainda para passar o carnaval no Mar Mediterrâneo, com paradas em Roma, Livorno, Marselha, Barcelona e Palma de Mallorca, entre outros, com uma infraestrutura repleta de lazer que você só tem coragem de abandonar se for para conhecer os deslumbrantes destinos do itinerário.

E ainda dá pra fugir da folia em Cancun, há quem troque fácil qualquer agito do carnaval pelas belezas paradisíacas de Cancun! Para estes foliões às avessas Cancun é um sonho! Com vários hotéis  á beira mar e com opções de estada com All Inclusive, bebidas ilimitadas 24h por dia e atividades para toda a família. É ou não é uma maravilha?


É só fazer as malas e aproveitar!
*Matéria veiculada no Jornal Tema de Fevereiro.

Selma Cabral

Consultora de Turismo & Eventos
Patrick Vaysse
20/01/2014 11:00
*Patrick Vaysse
O mercado hoteleiro no Brasil cresce todos os anos e depois de ser escolhido como a sede dos maiores eventos esportivos da atualidade, a Copa do Mundo de futebol, em 2014, e as Olimpíadas, em 2016, o país acelera ainda mais a expansão nessa área.

O problema é se a demanda será atendida de forma adequada aos padrões internacionais e se teremos a chance de mostrar aos turistas uma boa imagem ou não. É aí que esbarramos na necessidade de melhorias, não apenas na hotelaria nacional, mas também em todo o setor do turismo.

Para começar, o Brasil não possui quase nada de hotelaria de luxo. O que temos, atualmente, são muitos hotéis que cobram alto e que não entregam os mesmos serviços de um hotel de luxo no exterior, e que geralmente cobram bem menos.

Hotéis considerados de luxo, nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, por exemplo, são apenas upscale nos EUA e em países da Europa. Se avaliarmos o tamanho do Brasil há poucas bandeiras “de luxo” para atender uma demanda grande e atual. As principais bandeiras que atendem esses clientes não estão no país por conta do chamado “custo Brasil”.

Além disso, faltou planejamento e investimento por parte do governo para que o setor estivesse mais a frente, contando com serviços modernos e soluções inovadoras. O setor hoteleiro no Brasil anda estagnado há muito tempo, sem inovação ou novidades. Há quatro anos, quando foi anunciado que o país sediaria os jogos olímpicos e a Copa, foi quando os profissionais hoteleiros e os investidores viram a necessidade de melhorias nessa área. Infelizmente, muito tarde para se equiparar aos padrões internacionais e por essa razão os preços também dispararam e são cobrados valores muito acima do real.

Ainda que faltem hotéis de luxo e investimento nessa área, o que vemos é a falta de escolas e base de conhecimento para muitos profissionais do setor. Atualmente, a infraestrutura hoteleira é reduzida, não há inovação e o que surpreenda os hóspedes. Um clássico exemplo é o wi-fi, cobrado na maioria dos hotéis brasileiros e disponível gratuitamente na maioria das ruas e dos hotéis de cidades como Nova York. É claro que ainda nem todos os lugares disponibilizam o serviço gratuitamente, mas poderíamos sair na frente e já disponibilizar este serviço sem custo algum aos hóspedes.

Outro problema é a língua. Muitos brasileiros não falam inglês, na verdade apenas 5% dominam o idioma, de acordo com levantamento feito pelo British Council. Isso faz com que seja difícil a comunicação dos turistas nos hotéis e nas cidades, que também não contam com placas informativas em inglês.

Ainda há a falta de moeda nacional disponível para saque nos bancos, falta de guias turísticos, entre outros. Ou seja, falta estrutura para o turismo nacional, não apenas novidades na hotelaria, mas também novidades em todas as áreas que envolvem o turismo.

O necessário é estudar diferentes perfis de turistas, para conhecer melhor as culturas e saber como recebê-los de forma adequada, sempre surpreendendo positivamente. Ainda é preciso investir em educação hoteleira, formação de profissionais e seguir novas escolas do conhecimento, modernizar e se inspirar em modelos internacionais de sucesso. Só assim, poderemos nos equiparar aos padrões internacionais de hotelaria.
* Patrick Vaysse é consultor hoteleiro e proprietário da Vaysse Consultoria. Já prestou serviços por mais de 20 anos para o grupo Accor e diversas outras redes nacionais e internacionais.

Muito interessante essa matéria da Folha:

BÁRBARA LIBÓRIO
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
FILIPE OLIVEIRA
DE SÃO PAULO
O número de hostels listados no Cadastur (Cadastro dos Prestadores de Serviços Turísticos), que reúne estabelecimentos legalizados junto ao Ministério do Turismo, cresceu 33% em 2013, chegando a 114. No entanto, a viabilidade dos alojamentos ainda é questionada.
Hostels –que, em geral, oferecem hospedagem em quartos coletivos por preços menores– nem aparecem na pesquisa mensal de intenção de viagem, realizada pela FGV (Fundação Getulio Vargas) e pelo Ministério do Turismo com brasileiros: são classificados como “outros”, na última posição.
Ainda fora da cultura brasileira, a esperança de quem aposta em hostels é baseada principalmente no aumento da procura por estrangeiros.
Entre eles, a participação dos hostels em relação a outros tipos de hospedagem é pequena, à frente apenas da opção por ficar em uma casa própria no Brasil.
Esses estabelecimentos abrigaram 4,9% dos estrangeiros em 2012, último dado disponível, o dobro do registrado em 2006.
Para Enrico Fermi Fontes, presidente da ABIH Nacional (Associação Brasileira da Indústria de Hotéis), os turistas estrangeiros ainda buscam credibilidade e preferem optar por redes de hotéis a hospedagens alternativas.
“Quem pretende investir no setor precisa ter em mente que a sustentabilidade do negócio vai depender da demanda do turismo nacional. Não adianta só pensar na Copa do Mundo”, diz.
Da esq. para a dir., Luciano Fanucchi, Gustavo Rondon e Gustavo Dermendjian, do Bee.WRaquel Cunha/Folhapress
Gustavo Dermendjian, 32, e seus três sócios investiram R$ 680 mil para inaugurar o hostel Bee.W, em São Paulo, no ano passado. Ele afirma que a expectativa com o Mundial era alta, mas não se confirmou.
“Nós esperávamos lotação máxima nos 30 dias de julho. Mas muito aconteceu no país e já não contamos com a vinda de tantos estrangeiros”, explica. A expectativa de faturamento para o período caiu entre 30% e 40%.
Segundo ele, o mercado de hostels ainda está “engatinhando” no Brasil. “A exceção é o Rio de Janeiro, onde o mercado é bem forte e a procura é maior”, diz.
O hostel também tem um bar aberto ao público, uma fonte de renda alternativa.
Para Renê Fernandes, professor da FGV, os albergues têm espaço para crescer. “Lisboa, em Portugal, tem 150 estabelecimentos listados. São Paulo é uma região metropolitana maior e tem 59.”
Ana Flávia Accursio, 23, está investindo em um hostel que deve ser inaugurado em março em São Paulo. A ideia é levar o SP011 para outras capitais, como Belo Horizonte e Salvador.
Ela e seu sócio devem investir R$ 400 mil no estabelecimento e estão apostando no turismo de negócios e de grandes eventos, como feiras e festivais musicais.
No Bee.W, as vagas para o festival de música Lollapalooza, que ocorrerá em abril, já se esgotaram.
Já para ter receita com a Copa, as estratégias serão diferentes. Enquanto o SP011 prefere garantir a ocupação completa a aumentar os preços, o Bee.W está cobrando diárias quatro vezes mais altas que as normais. 


Editoria de Arte/Folhapress

Contato

Praça Mauá – 16A

Santos/SP – Brasil

13-9-97365637

Newsletter

©Turismo & Ideias – todos os direitos reservados.

Newsletter

Contato

Praça Mauá – 16A

Santos/SP – Brasil

13-9-97365637

©Turismo & Ideias – todos os direitos reservados.