turismo negócio

turismo negócio

 

Outro dia me perguntaram por que eu fiz faculdade de Turismo. O que me influenciou na escolha. Claro que dei uma viajada no tempo. Na verdade começou muito antes de saber o que era turismo, para que servia e que ia muito além de viajar. Minha primeira paixão foi a Bolsa Oficial do Café, devia ter uns 13 nos quando me aventurei a ir na “ Cidade”, sim era como chamávamos, para pesquisar sobre o café . Eu achei o Centro Histórico de Santos tão lindo, o prédio da Bolsa, e fui tão bem recebida, bem atendida, conseguir muitas amostras de grãos de café de vários tipos, e tudo com muita explicação para enriquecer meu trabalho. Para uma menina de 13 anos foi um sonho e isso me marcou até hoje, sempre que vou ao Centro, vou tomar um café na Bolsa. Será que já era um sinal?

Como eu lia muito, e sobre vários assuntos, comecei ler uns romances que a personagem principal, não sei porque na maioria das vezes era dona de Agência de Viagens e viaja para  conhecer novos lugares, claro que todos lindos e exuberantes para fazer novos roteiros para os clientes. Eu que não conhecia nenhum lugar diferente achava o máximo e viajava através dos livros.

Mas a vida seguiu seu rumo, fui trabalhar em outra área, casei , tive filhos e resolvi fazer uma faculdade, imagina a loucura ter que além de trabalhar, cuidar de casa, filhos e ainda encaixar uma faculdade no meio, resolvi fazer turismo, não porque ainda me lembrava do sonho adolescente e sim porque eram só três anos. Mas, quando fui fazer a matrícula, nesse exato momento, descobri que o curso de turismo, ia ser de quatro anos. Nem acreditei, mas, como não sou de desistir segui o plano. E eu adorei, simplesmente me apaixonei pelo Turismo, as várias áreas que eu podia explorar, como planejar, como receber o turista numa cidade.

E assim já foram 17 anos nessa área que me encantou, fiz praticamente tudo  que envolve o Turismo e continuo apaixonada e sei que o Turismo pode mudar a história de uma localidade, envolver moradores e receber bem seus visitantes, gerar empregos. Ainda tenho esperança de que um dia, seremos profissionais mais valorizados, e ocupando lugares estratégicos em prefeituras, secretarias e que todas as pessoas saibam o que é ser um Turismólogo, porque a maioria das vezes parece que falamos um palavrão

Thomas Cook

Thomas Cook

 

O mundo ontem acordou com uma notícia no mínimo impactante: “Thomas Cook decreta falência e deixa 600 mil pessoas sem retorno pra casa”. Aposto que muitas pessoas que viram as manchetes ficaram se perguntando: Quem foi Thomas Cook? Então…..

 

Thomas cook

Vamos a História:
Thomas Cook foi um dos primeiros agentes de viagens do mundoː utilizando um trem fretado, criou a primeira viagem em grupo.
Em 5 de julho de 1841, Cook organiza, para 570 pessoas, um tour a Leicester sendo a primeira viagem em larga escala. Tendo, a partir deste momento, utilizado até mesmo o marketing para atrair clientes. A partir deste momento, massifica-se o turismo.

Foi um empresário que transformou a produção “artesanal” de turismo em uma moderna indústria mercantil.
Em 1841, um marceneiro chamado Thomas Cook, andara 15 milhas para um encontro de uma liga contra o alcoolismo em Leicester. Para um outro encontro, em Loughborough, ocorreu-lhe a ideia de alugar um trem para levar outros colegas. Juntou 570 pessoas, comprou e revendeu os bilhetes, configurando a primeira viagem agenciada.[1] Em 1845, ele lançou o Handbook of the trip, primeiro itinerário descritivo de viagem. Em 1846, realizou uma viagem similar de Londres para Glasgow com 800 pessoas, utilizando os serviços de guias de turismo. As inovações de Cook marcaram a entrada do turismo na era industrial, no aspecto comercial.
Em 1865, promoveu o traslado da sede social da empresa de Harborough a Londres. Em 1866, viajou aos Estados Unidos para contratar os serviços de diferentes companhias ferroviárias para produzir um pacote turístico. Mais tarde, abriu sucursal da empresa nas cidades americanas que lhe interessavam como abastecedoras. Em 1868, conseguiu exclusividade para explorar o tráfego de passageiros do continente europeu pela rota de Harwich.

 

Com este motivo, viajou à Holanda, Bélgica e Alemanha com o objetivo de contratar a prestação de serviços de transporte com diversas companhias ferroviárias. Um de seus mais destacados sucessos foi conseguir uma nova e exclusiva rota para explorar o tráfico de passageiros pela rota do porto de Brenner a Brindisi. Durante a Guerra Franco-Prussiana, a rota só esteve aberta para servir à produção do turismo da empresa de Cook.

Uma de suas aportações mais destacadas foi a criação do sistema de pago baseado em cupões contratados com hotéis usados como meio de pagamento por seus clientes. O exemplo de Cook foi imitado tanto na América como na Europa, dando nascimento a numerosas empresas dedicadas à produção do turismo e à intermediação dos serviços de hospedagem e de transporte para o segmento da demanda que preferia produzir seu próprio turismo.

Claro que isso eu tirei da Wikipédia né, mas, quem estudou Turismo, ouviu falar muito nesse cara. Mas enfim, o que todos se perguntam é? Como uma empresa desse tamanho foi à falência?
Talvez tenha sido exatamente por isso. Por falhar em se modernizar e se preparar para um mercado de turismo cada vez mais digital e muito competitivo.
Agora vamos esperar e torcer para que todos os passageiros consigam voltar para casa sem maiores problemas né?

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estamos de volta

Depois de um tempo longe, voltei a escrever para o Blog Turismo & Ideias com muitas novidades: O Blog foi incorporado ao Grupo Turismo & Ideias que também conta com Agência de Viagens e ainda Cursos de Capacitação e Organização de Eventos. Ficamos maior e com muito mais responsabilidade. Sim, porque não é apenas dar a nossa opinião, é fazer isso, mas com informação de qualidade e que agregue conhecimento para as pessoas que vão ler, por isso, também iremos falar sobre empreendedorismo em turismo e hotelaria e eventos, com muitas dicas de cursos legais e de viagens também.

E falando em informação e opinião hoje vou escrever sobre Santos – que esse final de semana estive envolvida em uma matéria de uma revista que nem vou citar, até porque, todos já conhecem, já leram, e muitos já deram suas opiniões, outros responderam a altura ou não……

Enfim, a minha opinião é que o jornalista ou quem escreveu a matéria, pesou a mão, sim, por que temos problemas? todos nós sabemos, tentamos resolver? Sim, e só temos problemas? Não, claro que não, temos sol, lazer, cultura e muita história, e sim somos bairristas e vamos defender nossa cidade sempre que nos sentirmos injustiçados.

E para que todos nos conheçam peguei no site da Prefeitura esse texto que resume bem nós santistas:

Santista da gema:

Santista da gema é aquele que:

  1. Troca o pronome você por tu, mas mantém o verbo na 3ª pessoa do singular (tu vai – ao invés de tu vais)
    2. Usa os canais como referência, ao invés de fornecer o nome da avenida ou rua
    3. Pede média, quando vai à padaria comprar pão
    4. Já tirou fotos nos leões de concreto dos jardins da Praia do Gonzaga
    5. Sabe quem é Macaezinho
    6. Faz promessa para Nossa Senhora do Monte Serrat, a padroeira da cidade
    7. Sabe que o tamboréu é um esporte originário de Santos
    8. Namora nos jardins na orla
    9. Chama o Centro Histórico de Cidade
    10. Tem orgulho em morar na cidade que possui o maior porto da América Latina
    11. Sabe a diferença entre siri e caranguejo

  2. Conhece os prédios tortos da orla
    13. Gosta de caminhar à beira-mar
    14. Só vai à praia com tempo bom
    15. Chama de ‘paulista’ todos os que vão à praia em dia de chuva
    16. Leva as crianças para brincar na Fontes do Sapo, na Praia da Aparecida
    17. Vai à Vila Belmiro para torcer pelo melhor time do mundo (há exceções, claro!)
    18. Tem orgulho de ver a saída dos navios, na Ponta da Praia
    19. Sabe diferenciar os canais que cruzam a cidade.

Fonte: https://www.turismosantos.com.br/?q=pt-br/cidade

Vamos terminar com essas fotos lindas tiradas pela Fotógrafa Narriman Sorbille.

cutura indígenaRoteiro apoiado pelo Ministério do Turismo leva visitantes para conviver com índios no interior da maior floresta tropical do planeta.


Os índios têm uma influência marcante na identidade do nosso país. A cultura brasileira se moldou a partir de hábitos culinários indígenas, de manifestações culturais tupiniquins e de seus inúmeros idiomas. Por 
ocasião do dia 19 de abril, data em que se comemora o Dia do Índio, o Ministério do Turismo faz uma homenagem aos 817 mil indígenas que vivem hoje no país, distribuídos por 305 etnias – e que mantém seus costumes em 274 idiomas.
 
Nomes de diversos destinos turísticos são tupiniquins, como Aracaju (SE), que significa cajueiro das araras; Bertioga (SP) que significa morada do peixe branco; Guarapari (ES), armadilha de pássaros; e Itajaí (SC), rio pedregoso. Os mais numerosos são os Tikunas, residente no Amazonas; os Guarani Kaiowás, do Mato Grosso do Sul; e os Kaingang, do Sul do Brasil, de acordo com a Fundação Nacional do Índio (Funai). Há populações indígenas em todos os estados, segundo dados do Censo Demográfico do IBGE, realizado em 2010. A maior parte se concentra na região Norte, principalmente no Amazonas.
 
Lá vivem os índios Dessana, Tukano, Tuyuca, Tatuia e Uanano, que podem ser visitados pelos turistas que participam do roteiro Tucorin: Turismo Comunitário no Baixo Rio Negro, apoiado pelo Ministério do Turismo. O roteiro de experiência oferece atividades de ecoturismo em meio à floresta amazônica. O visitante pode acompanhar a produção agrícola e os hábitos das comunidades locais. O acesso é por via fluvial e para chegar até algumas comunidades é necessário percorrer trilhas a pé pela floresta.
 
Na Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Tupé, por exemplo, o visitante acompanha celebrações e ritos indígenas, além de produzir alimentos caseiros com receitas locais, como doces e compotas. Também pode experimentar técnicas artesanais de pesca, produzir artesanato com sementes nativas, resíduos de madeira, fibras da planta arumã e cipós tingidos, além de caminhar por trilha em meio à floresta e tomar banho de cachoeiras. E no fim do dia, repousar na casa de moradores locais e dormir em redes.
 
O roteiro é um dos 23 trabalhados pelo projeto Talentos do Brasil Rural, que tem como objetivo inserir produtos e serviços da agricultura familiar à oferta turística brasileira. Cerca de 400 empreendimentos em 54 municípios fazem parte do projeto, que é uma parceria entre os ministérios do Turismo (MTur) e do Desenvolvimento Agrário (MDA), e o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). Os roteiros, que foram escolhidos por meio de chamada pública, foram mapeados, apresentados ao mercado turístico, receberam consultoria especializada e apoio à comercialização.
 
Fotos de: Leopoldo Silva
 

 

O inverno faz crescer a procura de turistas por algumas das cidades mais frias do país. Para fugir da mesmice de lareira, vinho e fondue, destacamos atividades para entreter pessoas de todos os gostos e idades em alguns dos principais destinos de inverno do Brasil, com passeio de trem, caminhadas pela natureza e esportes radicais. Agora ninguém mais vai ter desculpas para não sair debaixo do cobertor.
Quem busca um refúgio de inverno sem sair muito de perto da capital paulista pode encontrar na vizinha Santo André. A vila de Paranapiacaba surgiu em 1865 durante a construção da primeira ferrovia do estado de São Paulo (ainda é possível chegar à vila de trem partindo da estação da Luz). Criada para abrigar os funcionários da companhia britânica São Paulo Railway, tem na charmosa arquitetura tipicamente inglesa seu principal diferencial.
Na parte baixa da vila ficam as principais construções históricas, incluindo os museus ferroviário e o Castelinho, que é o mais marcante projeto arquitetônico da vila. Fica lá também o antigo mercado, hoje transformado em um centro cultural. Na parte alta se encontra a igreja de Bom Jesus, construída em 1889, e diversas trilhas que podem ser percorridas com a com guias credenciados, incluindo uma travessia de oito horas até Cubatão pela Serra do Mar. Para mais contato com a natureza, o Parque Natural Municipal Nascentes de Paranapiacaba tem mais de 4.000 km² de trilhas, aves e animais silvestres, bromélias, orquídeas e até um circuito de arvorismo.
Eduardo Vessoni/UOL

O visual cenográfico da Trilha do Mirante é um dos mais impressionantes de todo o roteiro

Anualmente a vila ainda realiza o Festival de Inverno com diversas apresentações de MPB, rock, jazz e música clássica. A edição deste ano começa neste final de semana, dias 19 e 20, e segue no próximo, dias 26 e 27, com Simoninha, Mônica Salmaso, Mariana Aydar e Clube do Balanço, entre as atrações.
É um dos mais procurados destinos de inverno do país. Localizado na Serra da Mantiqueira a 1.628 metros acima do nível do mar, é o mais alto município brasileiro considerando a sede administrativa. A geografia contribui para o clima frio, chegando a registrar temperaturas negativas, que aliada à arquitetura com estilo alpino, garante à cidade a fama de Suíça brasileira. 
Seus bares e sua gastronomia são os principais atrativos da cidade, principalmente na badalada vila Capivari. Mas não faltam passeios para quem quer fugir das multidões no inverno e conhecer a fundo Campos do Jordão. A começar pelo passeio à fábrica da Baden Baden, uma das mais tradicionais cervejarias artesanais do país, onde é possível conhecer o processo de fabricação a cerveja, além de degustar as diferentes variedades da bebida. Vale também sair para explorar a natureza da região. Mais acessível é a subida ao morro do Elefante, a 1.800 metros de altitude, que proporciona uma bela vista panorâmica da cidade. O acesso pode ser feito de carro ou por teleférico.
Débora Costa e Silva/UOL

Araucárias e casarões com arquitetura típica dos alpes suíços fazem parte da paisagem de Campos do Jordão

Mas quem estiver disposto a mais desafio pode visitar a Pedra do Baú. O complexo do Baú, como é chamado, é um conjunto de gigantescas rochas que chega a 1.950 metros de altitude em seu ponto culminante, justamente na Pedra do Baú. A opção mais fácil é uma caminhada pelo lado de Campos do Jordão, mas quem quiser conhecer esse cenário excêntrico de perto pode apostar em um passeio de cerca de oito horas, que é considerado um dos programas mais incríveis da região para quem gosta do contato com a natureza. O complexo também é bastante frequentado por amantes de escalada.
Para completar ainda vale um passeio de trem pela bela Serra da Mantiqueira. Até o dia 3 de agosto a cidade também realiza o Festival de Inverno, o maior evento de música clássica da América Latina, com apresentações diárias em diversos pontos de Campos do Jordão.
A Cidade Imperial foi a segunda cidade planejada do Brasil (atrás de Recife), construída a pedido do imperador Dom Pedro I na terra que anos antes havia encantado seu pai, Don Pedro II. Localizada no topo da Serra da Estrela, conjunto pertencente à Serra dos Órgãos, apresenta arquitetura que tem no Palácio Imperial seu principal ícone. Em 1943 o local foi transformado no Museu Imperial, guardando boa parte da mobília, obras de arte, joias, como a coroa de Dom Pedro I, e objetos pessoais da família real. 
Marcel Vincenti/UOL

O Museu Imperial expõe coroas e vestimentas usadas por D. Pedro II e família

Nas ruas dos arredores do palácio, diversos casarões compõem o cenário, incluindo A Encantada, como é conhecida a pitoresca casa que foi do pai da aviação, Santos Dumont. Transformada em museu em sua homenagem, é o segundo ponto turístico mais visitado.
Petrópolis também marcou a história do país em 1853, quando foi inaugurada a primeira marca de cerveja do Brasil, a Bohemia. Recém reformado, o local abriga hoje um museu temático e interativo com tudo sobre a bebida. Outro passeio cervejeiro é à fábrica da Itaipava, no distrito de mesmo nome. A charmosa região se destaca também como polo gastronômico, com restaurantes premiados, além de sofisticadas pousadas e lojas de artesanato.
Teresópolis (RJ)
Assim como Petrópolis, Teresópolis está localizada na Serra dos Órgãos e, por lá, a natureza é o principal destaque. Três grandes parques ecológicos se encontram nos limites da cidade, o Parque da Serra dos Órgãos, o Parque Estadual Três Picos e o Parque Natural Montanhas de Teresópolis.
Ernesto de Castro/Divulgação Parque Nacional da Serra dos Órgãos

Parque Nacional da Serra dos Órgãos é um dos mais belos atrativos da região de Petrópolis e Teresópolis

Inúmeras trilhas levam a cenários com abundante Mata Atlântica e grandes formações rochosas como a Pedra do Sino, Dedo de Deus, Mulher de Pedra e Pedra da Tartaruga. É considerada a capital nacional do montanhismo, com desafios para todos os níveis de esportistas.
Extraterrestres, duendes, curandeiros e passagens subterrâneas para Machu Picchu. As lendas são só parte da mística que envolve a cidade de São Thomé das Letras. Um dos municípios mais altos do país, situado a 1.450 metros acima do nível do mar, a cidade tem uma aura hippie que, combinada com a abundante beleza natural do lugar, transforma em um destino único. Cercada pela Serra da Mantiqueira, as ruas e casas são quase todas construídas com blocos de quartzito (abundante na região), criando uma aparência pitoresca.
Por lá uma das atividades preferidas de turistas e moradores é a contemplação. Dentro do Parque Municipal Antônio Rosa seus três pontos mais altos, conhecidos como Cruzeiro, Pedra da Bruxa e Pirâmide, são concorridos mirantes. É comum ficarem cheios no final da tarde, com pessoas tocando violão, apresentações pirotécnicas e o lindo pôr-do-sol da Serra da Mantiqueira.
Marcel Vincenti/UOL

Casal observa o centro de São Thomé das Letras desde o topo da gruta de São Tomé, ao lado da igreja matriz da cidade

Outro passeio recomendado é visitar a Gruta do Carimbado, cuja lenda garante que a passagem chega até as ruínas incas de Machu Picchu, no Peru. Os meses de julho e agosto são os mais concorridos na cidade, com as férias escolares, o friozinho do inverno e Festival de Agosto, antes conhecido como Festival da Colheita, que traz atrações musicais para a cidade. Esse ano o destaque é o cantor Zé Ramalho, que se apresenta no dia 23.
O casal da Letônia Werner e Emília Grinberg buscavam uma região para se fixar com características que lembrassem sua terra de origem. Encontraram na Serra da Mantiqueira, a 1.500 metros de altitude. Isso foi em 1936, mas até hoje é justamente esse “ar europeu” que mais chama atenção de quem passa por Monte Verde. O que os turistas encontram são paisagens exuberantes, temperaturas baixas e um clima romântico, principalmente devido às casas em estilo alpino. A influência europeia, principalmente de alemães, suíços e italianos, está por toda parte, dando toque especial à gastronomia local.
Divulgação

Monte Verde possui um estilo de arquitetura tipicamente europeu que se mistura às belas paisagens

Mas quem não tá muito interessado só em curtir o clima romântico, pode aproveitar para explorar a Serra da Mantiqueira. Seja de jipe 4×4, quadricíclos, a cavalo, de bicicleta ou a pé: não faltam opções de roteiros com boas doses de adrenalina. Duas tirolesas que somadas chegam a quase um quilômetro de extensão também são opções ao marasmo de cidade pequena, cruzando um dos vales da região e proporcionando vistas espetaculares.
Serra Catarinense
Quem quer frio de verdade pode encontrar nas cidades que compõem a Serra Catarinense. São Joaquim, Urupema, Urubici e Bom Jardim da Serra são os municípios em que é mais comum a precipitação de neve no país. Por lá, todo ano, a paisagem esverdeada dos campos e araucárias são tomadas pelo branco, chegando a congelar a água das cachoeiras.
Conhecida como Planalto Serrano, a região é dominada por campos de altitude, florestas e grandes cânions. O turismo se dá, principalmente, na zona rural das cidades, com fazendas centenárias transformadas em hospedagens. É uma boa oportunidade para uma imersão na cultura campesina gaúcha, com direito a chimarrão, pinhão, camargo (que é café com leite recém retirado da vaca) e muitas histórias contadas pelos tropeiros ao redor da fogueira.
Creative Commons/Arthur Puls

Neve encobre vegetação de São Joaquim, na Serra Catarinense

Com apenas 4.000 habitantes, Bom Jardim da Serra tem uma das paisagens mais bonitas do Estado. A Serra do Rio Rastro é cortada por uma estrada sinuosa de 15 quilômetros, chagando a uma altitude de 1.460, e recheada de mirantes que, em dias de céu limpo, proporciona vistas incríveis da cadeia de montanhas até o mar. Já em Urubici ficam alguns dos melhores pontos para a pratica de turismo de aventura, como rapel, canoagem, cavalgadas e trilhas. Os visitantes não podem perder o Morro da Boa Vista, com 1.827 metros de altitude, e o Morro do Convento, com 1.822 metros, e seu cartão-postal, Pedra Furada.
Guaramiranga (Ceará)
O calor do Nordeste dá uma trégua a cerca de 100 km de Fortaleza. Não é que em Guaramiranga chegue a nevar, ou coisa do tipo. Em julho a temperatura mínima não desce além dos 12°. Mas o clima serrano do Maciço de Baturité é um alento para quem está cansado das altas temperaturas da capital cearense.
A natureza é a principal atração por lá. Com apenas uma rua asfaltada, a pequena cidade tem perto de seu centrinho a entrada para o Parque das Trilhas, com 114 hectares de Mata Atlântica, onde é possível fazer caminhadas, tirolesa e rapel. Um pouco mais distante está o Pico Alto, subindo a 1.115 metros de altitude, de onde se avista o sertão cearense, o rio Pacoti e até as dunas do litoral cearense nos dias mais claros. Nos fins de tarde turistas e moradores se misturam nas escadarias da igreja Matriz Nossa Senhora da Conceição para comtemplar o Pôr-do-sol.
Creative Commons/Otávio Nogueira

Vista do Pico Alto, a 1.115 metros de altitude, de onde se avista o sertão cearense, o rio Pacoti.
Fonte: http://viagem.uol.com.br/

O governo federal divulgou nesta segunda-feira (14) o balanço das ações desenvolvidas durante a Copa e informou que um milhão de turistas estrangeiros visitaram o Brasil durante o Mundial. Os turistas brasileiros viajando pelo pais no período da competição foram três milhões, de acordo com os números apresentados pelo ministro-chefe da Casa Civil.
O número supera em cerca de 400 mil pessoas a previsão do Ministério do Turismo, que era de que 600 mil estrangeiros viessem ao Brasil durante a Copa. O Balanço foi apresentado em Brasília, no CICC (Centro Integrado de Comando e Controle) nacional da Copa. Além da presidente Dilma Rousseff, 16 ministros participaram da apresentação.
De acordo com a pesquisa divulgada na ocasião, desenvolvida pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), os estrangeiros vieram de 203 países diferentes. Destes, turistas de 188 países tinham ingressos para o Mundial.
Segundo o governo, 95% dos estrangeiros têm intenção de voltar ao Brasil. Cada turista estrangeiro ficou, em média, 13 dias no Brasil, e 83% disseram que o país “atendeu plenamente ou superou suas expectativas”. Ao todo, 378 municípios foram visitados pelos estrangeiros durante a Copa.
Ao todo, 16,7 milhões de passageiros voaram dentro do território nacional durante a Copa, do dia 10 de junho ao dias 13 de julho. O aeroporto que mais recebeu viajantes foi o de Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo, com 3,8 milhões neste período. Os números relativos aos aeroportos foram divulgados nesta segunda-feira (14) pela Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República.
O dia de maior movimento aéreo foi em 3 de julho, quando 548 mil passageiros voaram pelo país. O recorde do Carnaval é de 467 mil passageiros voando em um único dia, e no final do ano, no período do Natal e Ano Novo, o recorde é de 420 mil passageiros em um único dia. 
O aeroporto de Brasília recebeu 1,6 milhão de passageiros; o Galeão, no Rio de Janeiro, recebeu 1,8 milhão e o de Congonhas, em São Paulo, 1,3 milhão nos dias da Copa do Mundo.
Fonte: Aiuri Rebello

Do UOL, em Brasília

Pesquisa revela que 95% dos visitantes internacionais têm intenção de retornar ao país. Para 83% deles, a experiência turística superou ou atendeu plenamente as expectativas.
Um levantamento realizado pelo Ministério do Turismo revela que o país recebeu turistas de 203 nacionalidades durante o Mundial. A maioria (61%) ainda não conhecia o país e elogiou os serviços de infraestrutura e turismo. Os itens mais bem avaliados foram a hospitalidade e gastronomia, com 98% e 93% de aprovação respectivamente.

A segurança pública brasileira foi avaliada positivamente por 92% deles. Os táxis, informações turísticas e transporte públicos foram aprovados por nove em cada 10 visitantes internacionais e os aeroportos por oito em cada dez. “O Brasil se mostrou preparado para sediar um evento desse porte. Agora temos o desafio de transformar o interesse do estrangeiro em negócios para o país e benefícios para a população, com a geração de emprego e renda”, diz o ministro do Turismo, Vinicius Lages.

A pesquisa revela ainda que os brasileiros são mais críticos que os estrangeiros. O atendimento e a receptividade são considerados positivos para 90,5% dos turistas domésticos, e a segurança por 83,8% – 7,5 e 8,2 pontos percentuais abaixo da avaliação internacional respectivamente. Os estádios foram aprovados por 92% dos brasileiros e 98,2% dos estrangeiros.

O estudo mostra ainda que o Mundial beneficiou mais que as 12 cidades-sede. Os turistas estrangeiros, que permaneceram em média 13 dias no país, estiveram em 378 municípios brasileiros, incluindo as cidades-sede.

De acordo com o estudo, um total de 3.056.397 brasileiros circularam pelo país durante a Copa. São Paulo foi o principal estado emissor, com 858.825 pessoas. Em segundo lugar apareceu o Rio de Janeiro (260.527), seguido da Bahia (220.021). Minas Gerais ficou em quarto lugar (204.425) e o Paraná em quinto: 165.694.

A avaliação dos turistas domésticos e internacionais foi feita pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) respectivamente. A pesquisa ouviu 6.627 estrangeiros e outros 6.038 brasileiros desde o início do Mundial.

Além dos turistas a pesquisa ouviu a opinião da imprensa internacional. Os atrativos turísticos foram o quesito mais bem avaliado, com 98,4% de aprovação, seguida da diversão noturna e da informação turística, com 96,2% e 90%. Praticamente todos (96,5%) os profissionais de mídia recomendariam uma viagem ao Brasil para amigos e familiares.   




Fonte: Assessoria de Comunicação Social – Ascom/MTur

O turismo de natureza está entre os segmentos que mais cresce no mundo, com índices de 10% a 15% ao ano.

A Copa do Mundo está chegando ao fim, mas as opções turísticas do país devem manter o visitante pelo país por mais algum tempo. Entre julho e novembro, os amantes da natureza e da preservação da fauna e flora, podem curtir um grande espetáculo nas águas do litoral brasileiro, com a contemplação de baleias. Os cetáceos costumam buscar as águas quentes do Brasil nesta época, para acasalar, dar à luz e alimentar seus filhotes.

O turismo de natureza é um dos segmentos que mais cresce no mundo, com índices de 10% a 15% – e inclui a observação de aves, insetos, flores, baleias, entre outros. De acordo com o Ministério do Turismo e a Associação Brasileira das Empresas de Ecoturismo e Turismo de Aventura (Abeta), este segmento tem atividades em mais de 120 países, entre eles, Estados Unidos, Canadá, Austrália, Inglaterra, Argentina, África do Sul e Brasil.


O ministro do Turismo, Vinicius Lages, afirma que pelo menos 10% dos turistas em todo o mundo são adeptos do turismo ecológico e boa parte dos estrangeiros que costuma visitar o Brasil com esta finalidade, conforme dados da Organização Mundial do Turismo (OMT). “Pelo menos 46,8% dos visitantes internacionais que chegam ao país buscam lazer, especialmente com sol e praia, além de atividades de ecoturismo”, disse.

Ainda segundo pesquisadores do segmento, a observação de baleias movimenta cerca de 13 milhões de pessoas ao ano e gera uma receita de US$ 2 bilhões na economia mundial – e empregos para mais de 13 mil pessoas. Na América Latina, entre 1998 a 2006, o crescimento do segmento foi de 11,3%, segundo organismos de preservação das espécies, como o Fundo Internacional do Bem estar Animal (IFAW) e a Sociedade de Conservação de Baleias e Golfinhos (WDCS).

Os principais locais de observação dos cetáceos no Brasil estão no litoral da Bahia e no Parque Nacional Marinho de Abrolhos, onde predomina a presença de baleias jubarte. Também no litoral sul, em Santa Catarina, existe a Área de Proteção Ambiental de baleias francas, que abrange aproximadamente 130 km e envolve nove municípios catarinenses: Florianópolis, Palhoça, Paulo Lopes, Garopaba, Imbituba, laguna, Jaguaruna, Tubarão e Içara.  

A visita ao Parque Nacional Marinho dos Abrolhos acontece de julho a novembro quando é possível ver as baleias da espécie jubarte. Famosas por seus malabarismos aquáticos, as jubarte dão saltos espetaculares e fazem belos movimentos de cauda. Elas conseguem elevar o corpão de até 16 metros para fora da água, mostrando as longas barbatanas. Elas gostam de se aproximar dos barcos e nadar ao seu redor. As jubartes também são vistas no sul da Bahia, que inclui as cidades como Prado e Cumuruxatiba.

Já no litoral Sul de Santa Catarina o avistamento embarcado está suspenso desde 2012, por meio de uma liminar, e a questão vem sendo discutida na justiça. Contudo, na beira da praia e nos inúmeros costões de pedras que margeiam algumas praias do litoral catarinense, é possível ver os cetáceos bem de perto. As baleias francas já estiveram ameaçadas de extinção, mas hoje, segundo estimativa da bióloga do APA da Baleia Franca, Karina Groch, pelo menos 100 baleias devem chegar ao litoral sul nesta temporada e a população de baleias tem aumentado em média 12% ao ano.

Fonte:Assessoria de Comunicação Social – Ascom/MTur
Pelo menos 10 milhões de passageiros passaram pelos principais aeroportos do país, segundo a Secretaria de Aviação Civil. Avião é o principal meio de transporte dos viajantes.
De acordo com levantamento preliminar feito Ministério do Turismo, o avião tem sido o principal meio de transporte do turista da Copa. Especialmente pelas grandes dimensões territoriais do país, boa parte dos viajantes optaram pelos deslocamentos aéreos: desde o início do Mundial, mais de 10 milhões de passageiros passaram pelos 20 principais aeroportos do país, segundo informações da Secretaria de Aviação Civil.

Entre as capitais mais visitadas estão Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte e Brasília. No entanto, destinos próximos às cidades que sediaram os jogos também tiveram impacto positivo. É o caso de Morro de São Paulo (BA), visitado por mais de seis mil pessoas em menos de um mês, especialmente alemães, holandeses, espanhóis, argentinos, americanos e até costa-riquenhos. A procura por meios de hospedagem também aumentou em 50%, segundo dados da secretaria de turismo local.

A cidade de Santa Cruz Cabrália (BA), escolhida para receber o centro de treinamento da seleção da Alemanha, também está sendo bastante visitada. O município tem forte herança portuguesa, com belas praias e vocação para o ecoturismo, turismo rural e religioso. A taxa de ocupação dos hotéis atingiu 85%.

A Copa tem sido uma oportunidade para ampliar a visibilidade do país e estimular o crescimento do turismo interno, de acordo com o Ministro do Turismo, Vinícius Lages. “Após o Mundial, podemos ampliar em 20% o número de visitantes estrangeiros com o resultado dessa superexposição”, disse. Os bons resultados do setor já foram verificados durante a Copa das Confederações, em 2013, quando mais de 70% dos turistas estrangeiros entrevistados afirmaram a intenção de voltar ao país este ano, para a Copa do Mundo.

Fonte: Assessoria de Comunicação Social – Ascom/MTur
Rio de Janeiro é a cidade-sede com maior demanda de quartos em dias de jogos. O Ministério do Turismo mapeou a oferta de hospedagem nas cidades-sede do torneio e estimulou os meios alternativos para o Mundial.

Encerrada a fase de grupos da Copa do Mundo, a ocupação hoteleira nas cidades-sedes dos jogos foi de cerca de 90% nos dias de jogos e na véspera. Os dados são do Fórum de Operadores Hoteleiros (FOHB) que mostram que o Rio de Janeiro, por exemplo, teve 92% de unidades habitacionais ocupadas no dia e na véspera da partida entre Argentina e Bósnia, e chegou a 95% no confronto entre Espanha e Chile. O Ministério do Turismo mapeou a oferta hospedagem nas cidades-sede do torneio e estimulou os meios alternativos durante o Mundial, como albergues e cama e café.

No período entre 11 e 18 de junho, que correspondeu aos primeiros jogos da fase de grupos da Copa do Mundo, a média geral de ocupação hoteleira nas 12 cidades-sedes, segundo a FOHB foi de 80% com os maiores índices ficando no Rio de Janeiro (92%) e Salvador (90%), além de Cuiabá com 88% e Recife com 87% e as menores médias com São Paulo e Curitiba que ficaram com 69%.

Segundo o ministro do Turismo, Vinicius Lages, a avaliação geral é de que a maioria dos turistas estrangeiros optaram por se hospedar em hotéis, albergues, pousadas e casa de amigos e parentes. “Pudemos observar também uma grande quantidade de torcedores sul-americanos, que vieram ao país de carro, como é o caso de chilenos e argentinos, e que usaram outras formas de hospedagem”, disse o ministro.

Ainda segundo informações preliminares repassadas ao MTur, em todas as cidades-sedes os turistas estrangeiros estão visitando atrativos turísticos e culturais e estão fazendo turismo adicional para conhecer outras localidades. Em Brasília, segundo dados da Secretaria de Turismo do GDF, cerca de três mil pessoas visitaram o Congresso Nacional, e sete mil passaram pela Catedral. Também a taxa de ocupação hoteleira saltou de 70% para quase 100% em dias de jogos na capital federal.

Em Foz do Iguaçu, pelo menos 18.708 estrangeiros estiveram na cidade para conhecer as belezas das Cataratas, entre 1º a 17 de junho. O destaque para 1.504 norte-americanos e 1.312 australianos, além de 1.303 colombianos, turistas que ficaram hospedados nos hotéis da região.

O FOHB é a associação que reúne as 26 principais redes hoteleiras atuantes no Brasil, com cerca de 600 hotéis em operação e 97 mil unidades habitacionais. No levantamento feito pela entidade no período de 11 a 18 de junho foram comercializadas 108 mil novas diárias em vésperas e dias de jogos nessa primeira semana de Copa do Mundo, o que representou 100 mil diárias a mais do que na última consulta divulgada em maio que eram de 350 mil. Com isso   foram comercializadas mais de 450 mil diárias em todas as cidades-sede. 

Assessoria de Comunicação Social – Ascom/MTur
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