temporada de cruzeiros

 

temporada de cruzeiros

SAIBA TUDO SOBRE A TEMPORADA BRASILEIRA DE CRUZEIROS 2019/2020

Uma onda de otimismo chega com a aproximação da temporada nacional de Cruzeiros 2019/2020. O primeiro navio a atracar na costa brasileira será o MSC Fantasia, no dia 15 de novembro, em Salvador, e o último será o Costa Fascinosa, com embarque no dia 14 de abril, em Santos, para oito dias de viagem. Será a primeira vez que o Brasil terá um Cruzeiro de Páscoa.
Ao todo, serão oito embarcações: MSC (Seaview, Sinfonia, Fantasia, Musica e Poesia), Costa (Pacifiica e Fascinosa) e Pullmantur (Soberano – fretado pela CVC Corp), trazendo 530.121 leitos, divididos em 144 roteiros e 575 escalas.

Com um navio a mais e, consequentemente, uma oferta maior de leitos, a expectativa é que aumente em 6,5% o número de cruzeiristas na temporada que está prestes a começar podendo chegar a 493 mil pessoas embarcadas (em 2018/2019 foram 462 mil).

Mais longa, a temporada terá 928 dias de navegação por destinos bastante desejados pelos brasileiros, com Rio de Janeiro, Santos, Búzios, Salvador, Ilha Grande, Ilhabela, Ilhéus, Balneário Camboriú, Portobelo, Cabo Frio, Recife, Angra dos Reis, Maceió, Ubatuba e Fortaleza. A lista fica completa com a grande novidade da temporada, Itajaí, em Santa Catarina, que passará a ter embarques e desembarques, ampliando as opções para os moradores da região Sul do país.

“Se as estimativas se confirmarem, na temporada que se inicia este ano será registrado o terceiro período consecutivo de crescimento, após cinco temporadas seguidas de retração. O setor gerou um impacto de R$ 2.083 bilhões na economia nacional, na temporada 2018/2019. A previsão é que em 2019/2020 esse impacto seja de R$ 2,2 bilhões”, disse Marco Ferraz, presidente da CLIA Brasil.

Conheça os descritivos detalhados e também as saídas dos oito navios da temporada 2019/2020

1.    Costa Fascinosa (com 113.216 t; 290m de comprimento; capacidade para 3.800 passageiros e 1.100 tripulantes)

Com embarque de Santos, o primeiro cruzeiro regular do Costa Fascinosa será em 7 de dezembro de 2019. Ao longo da temporada, o transatlântico visitará as cidades de Salvador, Rio de Janeiro, Balneário Camboriú, Porto Belo, Ilhabela, Ubatuba, Ilha Grande, Búzios e as capitais argentina e uruguaia em viagens de três a oito noites. O último roteiro do Costa Fascinosa parte do porto santista em 6 de abril de 2020 com uma programação inédita de Páscoa. Diversas atividades especiais serão organizadas em oito noites. O cruzeiro terá escalas em Buenos Aires e Montevidéu.

A temática do Costa Fascinosa é baseada nos filmes clássicos e seus protagonistas. Logo no átrio (entrada principal), chamado de Amarcord Atrium, os hóspedes se deparam com um cenário inspirado no clássico de Federico Fellini, decorado com cores quentes e lustres em forma de diamantes. A área externa é dedicada ao filme “E o Vento Levou”. O cassino leva o nome “The Millionaire Casino”, em homenagem ao filme “Quem Quer Ser um Milionário”. Com capacidade para 3.800 hóspedes, o Costa Fascinosa reflete o conceito de navio-destino com inúmeras atrações e atividades a bordo. Baseado nos filmes clássicos, o transatlântico conta com cinema 4D, simulador de Grand Prix, Samsara Spa, quatro piscinas, cinco restaurantes, 13 bares, teatro, Squok Club, toboágua e cassino.

2.    Costa Pacifica (com 114.500 t; 290m de comprimento; capacidade para 3.780 passageiros e 1.100 tripulantes)

Após dois verões seguidos no Caribe, o navio Costa Pacifica volta à América do Sul para cruzeiros de oito noites pela região do Prata, com embarques do Rio de Janeiro, Buenos Aires e Montevidéu. O itinerário do navio também inclui escalas em Búzios, Ilha Grande e Ilhabela, consideradas as mais belas cidades dos litorais paulista e fluminense. O primeiro roteiro do Costa Pacifica parte no dia 31 de dezembro para a celebração da Virada de ano. O roteiro de sete noites proporciona ao viajante a experiência de passar o Réveillon de 2020 em Copacabana assistindo ao espetáculo da queima de fogos. Outro destaque é o Carnaval em alto-mar. Em 16 de fevereiro de 2020, o hóspede embarca para um período de diversão em família ou com os amigos.

Inspirado na música, cada área do navio tem um nome melódico e conta com trilha sonora exclusiva criada pelo maestro italiano Mauro Pagani. O navio presta homenagem a artistas consagrados como Mozart, Beethoven, Beatles, Frank Sinatra, Vinicius de Moraes e Tom Jobim.  O transatlântico reúne o Samsara Spa, academia, quatro piscinas, cinco jacuzzis,  área de realidade virtual, espaço para crianças com piscina, 13 bares e cinco restaurantes, teatro, cassino, discoteca e área de compras.

3.    MSC Fantasia

O primeiro navio a iniciar as viagens com embarques no Brasil será o moderno MSC Fantasia. Com embarques no Rio de Janeiro e Salvador, ele fará minicruzeiros, de três e quatro noites, pelo litoral sul e sudeste, com escalas alternadas em Porto Belo, Balneário Camboriú, Búzios, Ilha Grande, Ubatuba e Ilhabela. Já nos itinerários de cinco a oito noites, o navio seguirá rumo ao nordeste, incluindo escalas alternadas em Ilhabela, Ubatuba, Ilha Grande, Búzios, Ilhéus e Salvador. O navio fará ainda roteiros de oito noites rumo aos países vizinhos, Argentina e Uruguai, com escalas em Ilhabela, Buenos Aires e Punta del Este. No cruzeiro de Réveillon, o MSC Fantasia fará uma parada na frente da praia de Copacabana para que os hóspedes possam conferir a famosa queima de fogos. Já em seu itinerário de Carnaval, com embarque no Rio de Janeiro, o navio fará escalas em Ilhéus, Salvador, onde fará um pernoite para que os hóspedes possam aproveitar ao máximo o tradicional Carnaval da cidade baiana, e Búzios.

Com capacidade para 4,3 mil hóspedes, o MSC Fantasia conta com cinco piscinas, 12 hidromassagens, tobogã, teatro, 18 bares e lounges, discoteca, cinema 4D, simulador de Fórmula 1, diversas lojas, cinco restaurantes, dentre eles uma churrascaria ao estilo americano, o Butcher’s Cut, espaços dedicados às crianças em parceria com a LEGO® e Chicco®, como o kids club Polo Nord para crianças de até 7 anos e Juniors Club para crianças de 7 a 11 anos. Já para os adolescentes, o navio possui a Teen’s Area para os jovens de 12 a 17 anos. O transatlântico ainda oferece quadra poliesportiva, quadra de squash, academia com aparelhos da Technogym, o MSC Aurea SPA com amplas opções de tratamentos e massagens relaxantes, área termal e o salão de beleza da rede internacional Jean Louis David. Esse navio também possui o produto premium da MSC Cruzeiros, o MSC Yacht Club. Ao adquiri-lo, o viajante tem direito a regalias como, por exemplo, prioridade no embarque e desembarque, área exclusiva para check-in e check-out, pacote all inclusive de bebidas (incluindo o minibar da cabine), mordomo e serviço de concierge 24 horas, restaurante, bar e piscina dedicados e uso ilimitado da área termal do MSC Aurea SPA.

4.    MSC Seaview

O ultramoderno MSC Seaview terá embarques em Santos e Salvador e realizará minicruzeiros de três e quatro noites, alternando escalas em Porto Belo, Balneário Camboriú, de onde os hóspedes podem visitar Blumenau e Búzios, além de roteiros de seis a oito noites pelo sudeste e nordeste, alternando escalas em Ilhabela, Búzios, Ilha Grande, Ilhéus e Salvador. No cruzeiro de Réveillon, o meganavio também fará uma parada na frente da praia de Copacabana para que os viajantes possam conferir a maior queima de fogos do país.
Durante o feriado de Carnaval, o navio que partirá de Santos com destino a Salvador, onde fará um pernoite para que os hóspedes possam vivenciar uma das festas de Carnaval mais tradicionais e animadas do país.

MSC Seaview, atrium
Com capacidade para 5,3 mil hóspedes, esse incrível navio foi inspirado nos condomínios de praia de Miami e oferece uma experiência mais próxima ao mar. Ele possui uma promenade externa de 360°, que circunda todo o navio, além de amplas áreas de lazer como parque aquático para as crianças, cinco piscinas e 13 hidromassagens, duas tirolesas com 105 metros de comprimento cada, a Ponte dos Suspiros – uma passarela com piso de vidro a 40 metros de altura,  toboáguas, 17 bares e lounges, boliche, cinema XD, simulador de Fórmula 1, teatro com shows ao estilo Broadway, discoteca, espaços exclusivos para crianças em parceria com a LEGO® e Chicco®, além de academia equipada com aparelhos de última geração da Technogym, diversas lojas, e o MSC Aurea SPA. Conta ainda com 11 restaurantes, sendo seis de especialidades, entre eles o Ocean Cay by Ramón Freixa, especializado em peixes e frutos do mar com a assinatura deste renomado chef espanhol com duas estrelas Michelin, e o Asian Market Kitchen by Roy Yamaguchi, especializado em gastronomia pan-asiática e que oferece três diferentes experiências trazendo a assinatura deste renomado chef nipo-americano. Para os hóspedes que buscam mais privacidade e um serviço ainda mais personalizado, o transatlântico também possui o exclusivo MSC Yacht Club, produto premium da MSC Cruzeiros. Ao adquiri-lo, o viajante terá algumas regalias, como, por exemplo, prioridade no embarque e desembarque, área exclusiva para check-in e check-out, pacote all inclusive de bebidas, mordomo e serviço de concierge 24 horas, restaurante, bar e piscina dedicados.

5.    MSC Poesia

O charmoso MSC Poesia brilhará nos itinerários de sete noites rumo à Bacia do Rio da Prata, com embarques em Santos e escalas na romântica Buenos Aires, com pernoite, e nas charmosas Montevidéu e Punta del Este. Esse navio também terá viagens especiais no Natal e Réveillon, com embarques em Santos, e que fará escalas em Montevidéu e Punta del Este, no Uruguai e Buenos Aires, na Argentina.
O MSC Poesia possui uma infraestrutura completa e requintada para 3,2 mil hóspedes. Para descansar e curtir o sol, há três piscinas e uma gigante tela de cinema à beira mar. Ele conta ainda com um amplo teatro com shows de nível internacional todas as noites, discoteca, mais de 10 bares e lounges, quatro restaurantes, sendo um especializado em cozinha oriental – o Kaito Sushi Bar, diversas lojas, Baby Club para crianças com até 3 anos, Mini Club para crianças de 3 a 6 anos, Junior Club para crianças de 7 a 11 anos e Teen’s Club para jovens de 12 a 17 anos. OMSC Aurea SPA não poderia faltar nesse elegante navio com suas massagens e tratamentos, área termal, salão de beleza da rede Jean Louis David e academia com equipamentos da Technogym. Na área de esportes o navio apresenta quadra poliesportiva e minigolf.

6.    MSC Sinfonia
Portuguese Island, MSC Sinfonia

O sofisticado MSC Sinfonia oferecerá embarques em Santos e, de forma inédita, em Itajaí. Ele fará um itinerário de sete noites que incluirá escalas em Montevidéu, Uruguai e em Buenos Aires, na Argentina. Os hóspedes que quiserem desfrutar de um Carnaval inspirado nas tradicionais festas de clube, poderão optar por embarcar nesse encantador navio e aproveitar este belíssimo roteiro.
MSC Sinfonia, Pasha Club Disco.

Com capacidade para 2,6 mil hóspedes, esse sofisticado navio oferece confortáveis cabines e o melhor da culinária internacional. São 11 bares e lounges, dentre eles, um pub irlandês, quatro restaurantes e diversas lojas. O navio também oferece instalações desportivas que incluem minigolfe, quadra poliesportiva. Se a ideia for curtir os dias ao sol, o MSC Sinfonia dispõe de hidromassagens para relaxar e três piscinas, sendo que uma delas é especial para crianças, já que conta ainda um aquapark repleto de divertidos recursos aquáticos. O navio possui ainda um teatro, onde são apresentados espetáculos ao estilo Broadway, e discoteca. As crianças também têm seu espaço dedicado nessa embarcação, além do MSC Aurea SPA, salão de beleza da rede de cabelereiros de renome internacional Jean Louis David e uma academia equipada com aparelhos da Technogym.

Pullmantur Soberano (Capacidade: 2.733 passageiros. Possui 1.162 cabines, 2 piscinas exteriores, 2 infantil e 2 jacuzzis, Parede de Escalada, Pista de Footing e Pista de Pádel.

Seus roteiros terão embarque em Santos e Rio de Janeiro durante a temporada. Na chegada ao Brasil e na travessia para a Europa, o Soberano tem embarques em Salvador e Recife.  Ao todo o Soberano terá 22 saídas contando a Travessia para a Espanha. Os minicruzeiros praticamente dominam a temporada do Soberano com dois roteiros: Santos, Rio de Janeiro, Búzios e Santos e Santos, Rio de Janeiro, Balneário Camboriú e Santos (lembrando que tem embarque no Rio também). O Soberano terá três saídas especiais de maior duração (6 e 7 noites): Especial de Natal – saída: 21 de dezembro | 7 noites |Roteiro: Santos, Rio de Janeiro, Búzios, Balneário Camboriú, Santos. Réveillon em Fogos em Copacabana: saída: 28 de dezembro | 7 noites | Roteiro: Santos, Rio de Janeiro, Copacabana, Balneário Camboriú, Búzios e Santos. Carnaval em Salvador: saída: 21 de fevereiro | 6 noites | Roteiro: Santos, Rio de Janeiro, Búzios, Balneário Camboriú e Santos.

O Soberano é o único navio na Temporada Brasileira a operar com sistema “Tudo Incluído”, ou seja, o pacote contempla Café da manhã + Almoço + Jantar nos restaurantes principais e buffet + Lanche da tarde + Snacks da madrugada +  Bebidas alcoólicas e não alcoólicas: refrigerantes e sucos servidos em copo, cafés, chás, cervejas nacionais, whiskys 8 anos, vinhos branco, tinto e rose, vermouts, conhaques, licores, vodka, rum, gin, tequila e vários coquetéis. Caso o passageiro queira pode pagar um valor a parte para o upgrade com direito a carta premium de bebidas, onde encontra whiskys 12 anos, sucos naturais, cervejas importadas, vinhos especiais. O navio passou por um amplo retrofit realizado em 2018, com investimento na ordem de € 10 milhões.  Como destaque na infraestrutura, o Soberano passou a contar com a área The Waves, um espaço exclusivo para hóspedes das cabines na categoria “Suítes”. O The Waves traz comodidades como wifi gratuito, serviço de embarque e desembarque prioritários e oferece aos seus “sócios” acesso a áreas privativas e acessos preferenciais nos restaurantes.

As Informações são da CLIA Brasil.

turismo estamos preparados

turismo estamos preparados

O turismo é sem dúvida importante fonte de recursos: gera milhares de emprego, renda, desenvolvimento e oportunidades para negócios e empreendimentos.

Mas durante muito tempo a baixada santista ficou estagnada, cada cidade no seu quadrado e dependendo apenas das praias, com milhares de pessoas nos finais de semana de sol, tudo era pensado apenas para a temporada de verão.

Nunca houve um planejamento, investimento no Turismo profissional. Nunca foi prioridade.

É notável o potencial turístico da Baixada Santista, mas é preciso fazer mais. É claro que as praias sempre serão a principal atração, mas podemos ser e ter muito mais. Novos roteiros que despertem novos interesses e novos turistas. O Patrimônio Histórico e o Ecoturismo precisam ser melhores explorados. Incentivando o Turismo de negócios, promovendo a região.

Mas….sempre tem uma mas……

As cidades precisam se preparar: limpas, cuidadas, praias próprias para banhos. O comércio oferecer atendimento de qualidade para os visitantes e moradores também né? Quem nunca foi mal atendido em loja? E em todo os comércios: Bares, restaurantes, hotéis, precisa melhorar. Temos que valorizar nossa história, e trazer turistas nacionais e internacionais.

Mas precisamos nos preparar com trabalho, dedicação, planejamento e ações efetivas, só assim, vamos crescer e ganhar reconhecimento.

turismo negócio

turismo negócio

 

Outro dia me perguntaram por que eu fiz faculdade de Turismo. O que me influenciou na escolha. Claro que dei uma viajada no tempo. Na verdade começou muito antes de saber o que era turismo, para que servia e que ia muito além de viajar. Minha primeira paixão foi a Bolsa Oficial do Café, devia ter uns 13 nos quando me aventurei a ir na “ Cidade”, sim era como chamávamos, para pesquisar sobre o café . Eu achei o Centro Histórico de Santos tão lindo, o prédio da Bolsa, e fui tão bem recebida, bem atendida, conseguir muitas amostras de grãos de café de vários tipos, e tudo com muita explicação para enriquecer meu trabalho. Para uma menina de 13 anos foi um sonho e isso me marcou até hoje, sempre que vou ao Centro, vou tomar um café na Bolsa. Será que já era um sinal?

Como eu lia muito, e sobre vários assuntos, comecei ler uns romances que a personagem principal, não sei porque na maioria das vezes era dona de Agência de Viagens e viaja para  conhecer novos lugares, claro que todos lindos e exuberantes para fazer novos roteiros para os clientes. Eu que não conhecia nenhum lugar diferente achava o máximo e viajava através dos livros.

Mas a vida seguiu seu rumo, fui trabalhar em outra área, casei , tive filhos e resolvi fazer uma faculdade, imagina a loucura ter que além de trabalhar, cuidar de casa, filhos e ainda encaixar uma faculdade no meio, resolvi fazer turismo, não porque ainda me lembrava do sonho adolescente e sim porque eram só três anos. Mas, quando fui fazer a matrícula, nesse exato momento, descobri que o curso de turismo, ia ser de quatro anos. Nem acreditei, mas, como não sou de desistir segui o plano. E eu adorei, simplesmente me apaixonei pelo Turismo, as várias áreas que eu podia explorar, como planejar, como receber o turista numa cidade.

E assim já foram 17 anos nessa área que me encantou, fiz praticamente tudo  que envolve o Turismo e continuo apaixonada e sei que o Turismo pode mudar a história de uma localidade, envolver moradores e receber bem seus visitantes, gerar empregos. Ainda tenho esperança de que um dia, seremos profissionais mais valorizados, e ocupando lugares estratégicos em prefeituras, secretarias e que todas as pessoas saibam o que é ser um Turismólogo, porque a maioria das vezes parece que falamos um palavrão

Thomas Cook

Thomas Cook

 

O mundo ontem acordou com uma notícia no mínimo impactante: “Thomas Cook decreta falência e deixa 600 mil pessoas sem retorno pra casa”. Aposto que muitas pessoas que viram as manchetes ficaram se perguntando: Quem foi Thomas Cook? Então…..

 

Thomas cook

Vamos a História:
Thomas Cook foi um dos primeiros agentes de viagens do mundoː utilizando um trem fretado, criou a primeira viagem em grupo.
Em 5 de julho de 1841, Cook organiza, para 570 pessoas, um tour a Leicester sendo a primeira viagem em larga escala. Tendo, a partir deste momento, utilizado até mesmo o marketing para atrair clientes. A partir deste momento, massifica-se o turismo.

Foi um empresário que transformou a produção “artesanal” de turismo em uma moderna indústria mercantil.
Em 1841, um marceneiro chamado Thomas Cook, andara 15 milhas para um encontro de uma liga contra o alcoolismo em Leicester. Para um outro encontro, em Loughborough, ocorreu-lhe a ideia de alugar um trem para levar outros colegas. Juntou 570 pessoas, comprou e revendeu os bilhetes, configurando a primeira viagem agenciada.[1] Em 1845, ele lançou o Handbook of the trip, primeiro itinerário descritivo de viagem. Em 1846, realizou uma viagem similar de Londres para Glasgow com 800 pessoas, utilizando os serviços de guias de turismo. As inovações de Cook marcaram a entrada do turismo na era industrial, no aspecto comercial.
Em 1865, promoveu o traslado da sede social da empresa de Harborough a Londres. Em 1866, viajou aos Estados Unidos para contratar os serviços de diferentes companhias ferroviárias para produzir um pacote turístico. Mais tarde, abriu sucursal da empresa nas cidades americanas que lhe interessavam como abastecedoras. Em 1868, conseguiu exclusividade para explorar o tráfego de passageiros do continente europeu pela rota de Harwich.

 

Com este motivo, viajou à Holanda, Bélgica e Alemanha com o objetivo de contratar a prestação de serviços de transporte com diversas companhias ferroviárias. Um de seus mais destacados sucessos foi conseguir uma nova e exclusiva rota para explorar o tráfico de passageiros pela rota do porto de Brenner a Brindisi. Durante a Guerra Franco-Prussiana, a rota só esteve aberta para servir à produção do turismo da empresa de Cook.

Uma de suas aportações mais destacadas foi a criação do sistema de pago baseado em cupões contratados com hotéis usados como meio de pagamento por seus clientes. O exemplo de Cook foi imitado tanto na América como na Europa, dando nascimento a numerosas empresas dedicadas à produção do turismo e à intermediação dos serviços de hospedagem e de transporte para o segmento da demanda que preferia produzir seu próprio turismo.

Claro que isso eu tirei da Wikipédia né, mas, quem estudou Turismo, ouviu falar muito nesse cara. Mas enfim, o que todos se perguntam é? Como uma empresa desse tamanho foi à falência?
Talvez tenha sido exatamente por isso. Por falhar em se modernizar e se preparar para um mercado de turismo cada vez mais digital e muito competitivo.
Agora vamos esperar e torcer para que todos os passageiros consigam voltar para casa sem maiores problemas né?

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estamos de volta

Depois de um tempo longe, voltei a escrever para o Blog Turismo & Ideias com muitas novidades: O Blog foi incorporado ao Grupo Turismo & Ideias que também conta com Agência de Viagens e ainda Cursos de Capacitação e Organização de Eventos. Ficamos maior e com muito mais responsabilidade. Sim, porque não é apenas dar a nossa opinião, é fazer isso, mas com informação de qualidade e que agregue conhecimento para as pessoas que vão ler, por isso, também iremos falar sobre empreendedorismo em turismo e hotelaria e eventos, com muitas dicas de cursos legais e de viagens também.

E falando em informação e opinião hoje vou escrever sobre Santos – que esse final de semana estive envolvida em uma matéria de uma revista que nem vou citar, até porque, todos já conhecem, já leram, e muitos já deram suas opiniões, outros responderam a altura ou não……

Enfim, a minha opinião é que o jornalista ou quem escreveu a matéria, pesou a mão, sim, por que temos problemas? todos nós sabemos, tentamos resolver? Sim, e só temos problemas? Não, claro que não, temos sol, lazer, cultura e muita história, e sim somos bairristas e vamos defender nossa cidade sempre que nos sentirmos injustiçados.

E para que todos nos conheçam peguei no site da Prefeitura esse texto que resume bem nós santistas:

Santista da gema:

Santista da gema é aquele que:

  1. Troca o pronome você por tu, mas mantém o verbo na 3ª pessoa do singular (tu vai – ao invés de tu vais)
    2. Usa os canais como referência, ao invés de fornecer o nome da avenida ou rua
    3. Pede média, quando vai à padaria comprar pão
    4. Já tirou fotos nos leões de concreto dos jardins da Praia do Gonzaga
    5. Sabe quem é Macaezinho
    6. Faz promessa para Nossa Senhora do Monte Serrat, a padroeira da cidade
    7. Sabe que o tamboréu é um esporte originário de Santos
    8. Namora nos jardins na orla
    9. Chama o Centro Histórico de Cidade
    10. Tem orgulho em morar na cidade que possui o maior porto da América Latina
    11. Sabe a diferença entre siri e caranguejo

  2. Conhece os prédios tortos da orla
    13. Gosta de caminhar à beira-mar
    14. Só vai à praia com tempo bom
    15. Chama de ‘paulista’ todos os que vão à praia em dia de chuva
    16. Leva as crianças para brincar na Fontes do Sapo, na Praia da Aparecida
    17. Vai à Vila Belmiro para torcer pelo melhor time do mundo (há exceções, claro!)
    18. Tem orgulho de ver a saída dos navios, na Ponta da Praia
    19. Sabe diferenciar os canais que cruzam a cidade.

Fonte: https://www.turismosantos.com.br/?q=pt-br/cidade

Vamos terminar com essas fotos lindas tiradas pela Fotógrafa Narriman Sorbille.

cutura indígenaRoteiro apoiado pelo Ministério do Turismo leva visitantes para conviver com índios no interior da maior floresta tropical do planeta.


Os índios têm uma influência marcante na identidade do nosso país. A cultura brasileira se moldou a partir de hábitos culinários indígenas, de manifestações culturais tupiniquins e de seus inúmeros idiomas. Por 
ocasião do dia 19 de abril, data em que se comemora o Dia do Índio, o Ministério do Turismo faz uma homenagem aos 817 mil indígenas que vivem hoje no país, distribuídos por 305 etnias – e que mantém seus costumes em 274 idiomas.
 
Nomes de diversos destinos turísticos são tupiniquins, como Aracaju (SE), que significa cajueiro das araras; Bertioga (SP) que significa morada do peixe branco; Guarapari (ES), armadilha de pássaros; e Itajaí (SC), rio pedregoso. Os mais numerosos são os Tikunas, residente no Amazonas; os Guarani Kaiowás, do Mato Grosso do Sul; e os Kaingang, do Sul do Brasil, de acordo com a Fundação Nacional do Índio (Funai). Há populações indígenas em todos os estados, segundo dados do Censo Demográfico do IBGE, realizado em 2010. A maior parte se concentra na região Norte, principalmente no Amazonas.
 
Lá vivem os índios Dessana, Tukano, Tuyuca, Tatuia e Uanano, que podem ser visitados pelos turistas que participam do roteiro Tucorin: Turismo Comunitário no Baixo Rio Negro, apoiado pelo Ministério do Turismo. O roteiro de experiência oferece atividades de ecoturismo em meio à floresta amazônica. O visitante pode acompanhar a produção agrícola e os hábitos das comunidades locais. O acesso é por via fluvial e para chegar até algumas comunidades é necessário percorrer trilhas a pé pela floresta.
 
Na Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Tupé, por exemplo, o visitante acompanha celebrações e ritos indígenas, além de produzir alimentos caseiros com receitas locais, como doces e compotas. Também pode experimentar técnicas artesanais de pesca, produzir artesanato com sementes nativas, resíduos de madeira, fibras da planta arumã e cipós tingidos, além de caminhar por trilha em meio à floresta e tomar banho de cachoeiras. E no fim do dia, repousar na casa de moradores locais e dormir em redes.
 
O roteiro é um dos 23 trabalhados pelo projeto Talentos do Brasil Rural, que tem como objetivo inserir produtos e serviços da agricultura familiar à oferta turística brasileira. Cerca de 400 empreendimentos em 54 municípios fazem parte do projeto, que é uma parceria entre os ministérios do Turismo (MTur) e do Desenvolvimento Agrário (MDA), e o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). Os roteiros, que foram escolhidos por meio de chamada pública, foram mapeados, apresentados ao mercado turístico, receberam consultoria especializada e apoio à comercialização.
 
Fotos de: Leopoldo Silva
 

 

O inverno faz crescer a procura de turistas por algumas das cidades mais frias do país. Para fugir da mesmice de lareira, vinho e fondue, destacamos atividades para entreter pessoas de todos os gostos e idades em alguns dos principais destinos de inverno do Brasil, com passeio de trem, caminhadas pela natureza e esportes radicais. Agora ninguém mais vai ter desculpas para não sair debaixo do cobertor.
Quem busca um refúgio de inverno sem sair muito de perto da capital paulista pode encontrar na vizinha Santo André. A vila de Paranapiacaba surgiu em 1865 durante a construção da primeira ferrovia do estado de São Paulo (ainda é possível chegar à vila de trem partindo da estação da Luz). Criada para abrigar os funcionários da companhia britânica São Paulo Railway, tem na charmosa arquitetura tipicamente inglesa seu principal diferencial.
Na parte baixa da vila ficam as principais construções históricas, incluindo os museus ferroviário e o Castelinho, que é o mais marcante projeto arquitetônico da vila. Fica lá também o antigo mercado, hoje transformado em um centro cultural. Na parte alta se encontra a igreja de Bom Jesus, construída em 1889, e diversas trilhas que podem ser percorridas com a com guias credenciados, incluindo uma travessia de oito horas até Cubatão pela Serra do Mar. Para mais contato com a natureza, o Parque Natural Municipal Nascentes de Paranapiacaba tem mais de 4.000 km² de trilhas, aves e animais silvestres, bromélias, orquídeas e até um circuito de arvorismo.
Eduardo Vessoni/UOL

O visual cenográfico da Trilha do Mirante é um dos mais impressionantes de todo o roteiro

Anualmente a vila ainda realiza o Festival de Inverno com diversas apresentações de MPB, rock, jazz e música clássica. A edição deste ano começa neste final de semana, dias 19 e 20, e segue no próximo, dias 26 e 27, com Simoninha, Mônica Salmaso, Mariana Aydar e Clube do Balanço, entre as atrações.
É um dos mais procurados destinos de inverno do país. Localizado na Serra da Mantiqueira a 1.628 metros acima do nível do mar, é o mais alto município brasileiro considerando a sede administrativa. A geografia contribui para o clima frio, chegando a registrar temperaturas negativas, que aliada à arquitetura com estilo alpino, garante à cidade a fama de Suíça brasileira. 
Seus bares e sua gastronomia são os principais atrativos da cidade, principalmente na badalada vila Capivari. Mas não faltam passeios para quem quer fugir das multidões no inverno e conhecer a fundo Campos do Jordão. A começar pelo passeio à fábrica da Baden Baden, uma das mais tradicionais cervejarias artesanais do país, onde é possível conhecer o processo de fabricação a cerveja, além de degustar as diferentes variedades da bebida. Vale também sair para explorar a natureza da região. Mais acessível é a subida ao morro do Elefante, a 1.800 metros de altitude, que proporciona uma bela vista panorâmica da cidade. O acesso pode ser feito de carro ou por teleférico.
Débora Costa e Silva/UOL

Araucárias e casarões com arquitetura típica dos alpes suíços fazem parte da paisagem de Campos do Jordão

Mas quem estiver disposto a mais desafio pode visitar a Pedra do Baú. O complexo do Baú, como é chamado, é um conjunto de gigantescas rochas que chega a 1.950 metros de altitude em seu ponto culminante, justamente na Pedra do Baú. A opção mais fácil é uma caminhada pelo lado de Campos do Jordão, mas quem quiser conhecer esse cenário excêntrico de perto pode apostar em um passeio de cerca de oito horas, que é considerado um dos programas mais incríveis da região para quem gosta do contato com a natureza. O complexo também é bastante frequentado por amantes de escalada.
Para completar ainda vale um passeio de trem pela bela Serra da Mantiqueira. Até o dia 3 de agosto a cidade também realiza o Festival de Inverno, o maior evento de música clássica da América Latina, com apresentações diárias em diversos pontos de Campos do Jordão.
A Cidade Imperial foi a segunda cidade planejada do Brasil (atrás de Recife), construída a pedido do imperador Dom Pedro I na terra que anos antes havia encantado seu pai, Don Pedro II. Localizada no topo da Serra da Estrela, conjunto pertencente à Serra dos Órgãos, apresenta arquitetura que tem no Palácio Imperial seu principal ícone. Em 1943 o local foi transformado no Museu Imperial, guardando boa parte da mobília, obras de arte, joias, como a coroa de Dom Pedro I, e objetos pessoais da família real. 
Marcel Vincenti/UOL

O Museu Imperial expõe coroas e vestimentas usadas por D. Pedro II e família

Nas ruas dos arredores do palácio, diversos casarões compõem o cenário, incluindo A Encantada, como é conhecida a pitoresca casa que foi do pai da aviação, Santos Dumont. Transformada em museu em sua homenagem, é o segundo ponto turístico mais visitado.
Petrópolis também marcou a história do país em 1853, quando foi inaugurada a primeira marca de cerveja do Brasil, a Bohemia. Recém reformado, o local abriga hoje um museu temático e interativo com tudo sobre a bebida. Outro passeio cervejeiro é à fábrica da Itaipava, no distrito de mesmo nome. A charmosa região se destaca também como polo gastronômico, com restaurantes premiados, além de sofisticadas pousadas e lojas de artesanato.
Teresópolis (RJ)
Assim como Petrópolis, Teresópolis está localizada na Serra dos Órgãos e, por lá, a natureza é o principal destaque. Três grandes parques ecológicos se encontram nos limites da cidade, o Parque da Serra dos Órgãos, o Parque Estadual Três Picos e o Parque Natural Montanhas de Teresópolis.
Ernesto de Castro/Divulgação Parque Nacional da Serra dos Órgãos

Parque Nacional da Serra dos Órgãos é um dos mais belos atrativos da região de Petrópolis e Teresópolis

Inúmeras trilhas levam a cenários com abundante Mata Atlântica e grandes formações rochosas como a Pedra do Sino, Dedo de Deus, Mulher de Pedra e Pedra da Tartaruga. É considerada a capital nacional do montanhismo, com desafios para todos os níveis de esportistas.
Extraterrestres, duendes, curandeiros e passagens subterrâneas para Machu Picchu. As lendas são só parte da mística que envolve a cidade de São Thomé das Letras. Um dos municípios mais altos do país, situado a 1.450 metros acima do nível do mar, a cidade tem uma aura hippie que, combinada com a abundante beleza natural do lugar, transforma em um destino único. Cercada pela Serra da Mantiqueira, as ruas e casas são quase todas construídas com blocos de quartzito (abundante na região), criando uma aparência pitoresca.
Por lá uma das atividades preferidas de turistas e moradores é a contemplação. Dentro do Parque Municipal Antônio Rosa seus três pontos mais altos, conhecidos como Cruzeiro, Pedra da Bruxa e Pirâmide, são concorridos mirantes. É comum ficarem cheios no final da tarde, com pessoas tocando violão, apresentações pirotécnicas e o lindo pôr-do-sol da Serra da Mantiqueira.
Marcel Vincenti/UOL

Casal observa o centro de São Thomé das Letras desde o topo da gruta de São Tomé, ao lado da igreja matriz da cidade

Outro passeio recomendado é visitar a Gruta do Carimbado, cuja lenda garante que a passagem chega até as ruínas incas de Machu Picchu, no Peru. Os meses de julho e agosto são os mais concorridos na cidade, com as férias escolares, o friozinho do inverno e Festival de Agosto, antes conhecido como Festival da Colheita, que traz atrações musicais para a cidade. Esse ano o destaque é o cantor Zé Ramalho, que se apresenta no dia 23.
O casal da Letônia Werner e Emília Grinberg buscavam uma região para se fixar com características que lembrassem sua terra de origem. Encontraram na Serra da Mantiqueira, a 1.500 metros de altitude. Isso foi em 1936, mas até hoje é justamente esse “ar europeu” que mais chama atenção de quem passa por Monte Verde. O que os turistas encontram são paisagens exuberantes, temperaturas baixas e um clima romântico, principalmente devido às casas em estilo alpino. A influência europeia, principalmente de alemães, suíços e italianos, está por toda parte, dando toque especial à gastronomia local.
Divulgação

Monte Verde possui um estilo de arquitetura tipicamente europeu que se mistura às belas paisagens

Mas quem não tá muito interessado só em curtir o clima romântico, pode aproveitar para explorar a Serra da Mantiqueira. Seja de jipe 4×4, quadricíclos, a cavalo, de bicicleta ou a pé: não faltam opções de roteiros com boas doses de adrenalina. Duas tirolesas que somadas chegam a quase um quilômetro de extensão também são opções ao marasmo de cidade pequena, cruzando um dos vales da região e proporcionando vistas espetaculares.
Serra Catarinense
Quem quer frio de verdade pode encontrar nas cidades que compõem a Serra Catarinense. São Joaquim, Urupema, Urubici e Bom Jardim da Serra são os municípios em que é mais comum a precipitação de neve no país. Por lá, todo ano, a paisagem esverdeada dos campos e araucárias são tomadas pelo branco, chegando a congelar a água das cachoeiras.
Conhecida como Planalto Serrano, a região é dominada por campos de altitude, florestas e grandes cânions. O turismo se dá, principalmente, na zona rural das cidades, com fazendas centenárias transformadas em hospedagens. É uma boa oportunidade para uma imersão na cultura campesina gaúcha, com direito a chimarrão, pinhão, camargo (que é café com leite recém retirado da vaca) e muitas histórias contadas pelos tropeiros ao redor da fogueira.
Creative Commons/Arthur Puls

Neve encobre vegetação de São Joaquim, na Serra Catarinense

Com apenas 4.000 habitantes, Bom Jardim da Serra tem uma das paisagens mais bonitas do Estado. A Serra do Rio Rastro é cortada por uma estrada sinuosa de 15 quilômetros, chagando a uma altitude de 1.460, e recheada de mirantes que, em dias de céu limpo, proporciona vistas incríveis da cadeia de montanhas até o mar. Já em Urubici ficam alguns dos melhores pontos para a pratica de turismo de aventura, como rapel, canoagem, cavalgadas e trilhas. Os visitantes não podem perder o Morro da Boa Vista, com 1.827 metros de altitude, e o Morro do Convento, com 1.822 metros, e seu cartão-postal, Pedra Furada.
Guaramiranga (Ceará)
O calor do Nordeste dá uma trégua a cerca de 100 km de Fortaleza. Não é que em Guaramiranga chegue a nevar, ou coisa do tipo. Em julho a temperatura mínima não desce além dos 12°. Mas o clima serrano do Maciço de Baturité é um alento para quem está cansado das altas temperaturas da capital cearense.
A natureza é a principal atração por lá. Com apenas uma rua asfaltada, a pequena cidade tem perto de seu centrinho a entrada para o Parque das Trilhas, com 114 hectares de Mata Atlântica, onde é possível fazer caminhadas, tirolesa e rapel. Um pouco mais distante está o Pico Alto, subindo a 1.115 metros de altitude, de onde se avista o sertão cearense, o rio Pacoti e até as dunas do litoral cearense nos dias mais claros. Nos fins de tarde turistas e moradores se misturam nas escadarias da igreja Matriz Nossa Senhora da Conceição para comtemplar o Pôr-do-sol.
Creative Commons/Otávio Nogueira

Vista do Pico Alto, a 1.115 metros de altitude, de onde se avista o sertão cearense, o rio Pacoti.
Fonte: http://viagem.uol.com.br/

O governo federal divulgou nesta segunda-feira (14) o balanço das ações desenvolvidas durante a Copa e informou que um milhão de turistas estrangeiros visitaram o Brasil durante o Mundial. Os turistas brasileiros viajando pelo pais no período da competição foram três milhões, de acordo com os números apresentados pelo ministro-chefe da Casa Civil.
O número supera em cerca de 400 mil pessoas a previsão do Ministério do Turismo, que era de que 600 mil estrangeiros viessem ao Brasil durante a Copa. O Balanço foi apresentado em Brasília, no CICC (Centro Integrado de Comando e Controle) nacional da Copa. Além da presidente Dilma Rousseff, 16 ministros participaram da apresentação.
De acordo com a pesquisa divulgada na ocasião, desenvolvida pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), os estrangeiros vieram de 203 países diferentes. Destes, turistas de 188 países tinham ingressos para o Mundial.
Segundo o governo, 95% dos estrangeiros têm intenção de voltar ao Brasil. Cada turista estrangeiro ficou, em média, 13 dias no Brasil, e 83% disseram que o país “atendeu plenamente ou superou suas expectativas”. Ao todo, 378 municípios foram visitados pelos estrangeiros durante a Copa.
Ao todo, 16,7 milhões de passageiros voaram dentro do território nacional durante a Copa, do dia 10 de junho ao dias 13 de julho. O aeroporto que mais recebeu viajantes foi o de Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo, com 3,8 milhões neste período. Os números relativos aos aeroportos foram divulgados nesta segunda-feira (14) pela Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República.
O dia de maior movimento aéreo foi em 3 de julho, quando 548 mil passageiros voaram pelo país. O recorde do Carnaval é de 467 mil passageiros voando em um único dia, e no final do ano, no período do Natal e Ano Novo, o recorde é de 420 mil passageiros em um único dia. 
O aeroporto de Brasília recebeu 1,6 milhão de passageiros; o Galeão, no Rio de Janeiro, recebeu 1,8 milhão e o de Congonhas, em São Paulo, 1,3 milhão nos dias da Copa do Mundo.
Fonte: Aiuri Rebello

Do UOL, em Brasília

Pesquisa revela que 95% dos visitantes internacionais têm intenção de retornar ao país. Para 83% deles, a experiência turística superou ou atendeu plenamente as expectativas.
Um levantamento realizado pelo Ministério do Turismo revela que o país recebeu turistas de 203 nacionalidades durante o Mundial. A maioria (61%) ainda não conhecia o país e elogiou os serviços de infraestrutura e turismo. Os itens mais bem avaliados foram a hospitalidade e gastronomia, com 98% e 93% de aprovação respectivamente.

A segurança pública brasileira foi avaliada positivamente por 92% deles. Os táxis, informações turísticas e transporte públicos foram aprovados por nove em cada 10 visitantes internacionais e os aeroportos por oito em cada dez. “O Brasil se mostrou preparado para sediar um evento desse porte. Agora temos o desafio de transformar o interesse do estrangeiro em negócios para o país e benefícios para a população, com a geração de emprego e renda”, diz o ministro do Turismo, Vinicius Lages.

A pesquisa revela ainda que os brasileiros são mais críticos que os estrangeiros. O atendimento e a receptividade são considerados positivos para 90,5% dos turistas domésticos, e a segurança por 83,8% – 7,5 e 8,2 pontos percentuais abaixo da avaliação internacional respectivamente. Os estádios foram aprovados por 92% dos brasileiros e 98,2% dos estrangeiros.

O estudo mostra ainda que o Mundial beneficiou mais que as 12 cidades-sede. Os turistas estrangeiros, que permaneceram em média 13 dias no país, estiveram em 378 municípios brasileiros, incluindo as cidades-sede.

De acordo com o estudo, um total de 3.056.397 brasileiros circularam pelo país durante a Copa. São Paulo foi o principal estado emissor, com 858.825 pessoas. Em segundo lugar apareceu o Rio de Janeiro (260.527), seguido da Bahia (220.021). Minas Gerais ficou em quarto lugar (204.425) e o Paraná em quinto: 165.694.

A avaliação dos turistas domésticos e internacionais foi feita pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) respectivamente. A pesquisa ouviu 6.627 estrangeiros e outros 6.038 brasileiros desde o início do Mundial.

Além dos turistas a pesquisa ouviu a opinião da imprensa internacional. Os atrativos turísticos foram o quesito mais bem avaliado, com 98,4% de aprovação, seguida da diversão noturna e da informação turística, com 96,2% e 90%. Praticamente todos (96,5%) os profissionais de mídia recomendariam uma viagem ao Brasil para amigos e familiares.   




Fonte: Assessoria de Comunicação Social – Ascom/MTur

O turismo de natureza está entre os segmentos que mais cresce no mundo, com índices de 10% a 15% ao ano.

A Copa do Mundo está chegando ao fim, mas as opções turísticas do país devem manter o visitante pelo país por mais algum tempo. Entre julho e novembro, os amantes da natureza e da preservação da fauna e flora, podem curtir um grande espetáculo nas águas do litoral brasileiro, com a contemplação de baleias. Os cetáceos costumam buscar as águas quentes do Brasil nesta época, para acasalar, dar à luz e alimentar seus filhotes.

O turismo de natureza é um dos segmentos que mais cresce no mundo, com índices de 10% a 15% – e inclui a observação de aves, insetos, flores, baleias, entre outros. De acordo com o Ministério do Turismo e a Associação Brasileira das Empresas de Ecoturismo e Turismo de Aventura (Abeta), este segmento tem atividades em mais de 120 países, entre eles, Estados Unidos, Canadá, Austrália, Inglaterra, Argentina, África do Sul e Brasil.


O ministro do Turismo, Vinicius Lages, afirma que pelo menos 10% dos turistas em todo o mundo são adeptos do turismo ecológico e boa parte dos estrangeiros que costuma visitar o Brasil com esta finalidade, conforme dados da Organização Mundial do Turismo (OMT). “Pelo menos 46,8% dos visitantes internacionais que chegam ao país buscam lazer, especialmente com sol e praia, além de atividades de ecoturismo”, disse.

Ainda segundo pesquisadores do segmento, a observação de baleias movimenta cerca de 13 milhões de pessoas ao ano e gera uma receita de US$ 2 bilhões na economia mundial – e empregos para mais de 13 mil pessoas. Na América Latina, entre 1998 a 2006, o crescimento do segmento foi de 11,3%, segundo organismos de preservação das espécies, como o Fundo Internacional do Bem estar Animal (IFAW) e a Sociedade de Conservação de Baleias e Golfinhos (WDCS).

Os principais locais de observação dos cetáceos no Brasil estão no litoral da Bahia e no Parque Nacional Marinho de Abrolhos, onde predomina a presença de baleias jubarte. Também no litoral sul, em Santa Catarina, existe a Área de Proteção Ambiental de baleias francas, que abrange aproximadamente 130 km e envolve nove municípios catarinenses: Florianópolis, Palhoça, Paulo Lopes, Garopaba, Imbituba, laguna, Jaguaruna, Tubarão e Içara.  

A visita ao Parque Nacional Marinho dos Abrolhos acontece de julho a novembro quando é possível ver as baleias da espécie jubarte. Famosas por seus malabarismos aquáticos, as jubarte dão saltos espetaculares e fazem belos movimentos de cauda. Elas conseguem elevar o corpão de até 16 metros para fora da água, mostrando as longas barbatanas. Elas gostam de se aproximar dos barcos e nadar ao seu redor. As jubartes também são vistas no sul da Bahia, que inclui as cidades como Prado e Cumuruxatiba.

Já no litoral Sul de Santa Catarina o avistamento embarcado está suspenso desde 2012, por meio de uma liminar, e a questão vem sendo discutida na justiça. Contudo, na beira da praia e nos inúmeros costões de pedras que margeiam algumas praias do litoral catarinense, é possível ver os cetáceos bem de perto. As baleias francas já estiveram ameaçadas de extinção, mas hoje, segundo estimativa da bióloga do APA da Baleia Franca, Karina Groch, pelo menos 100 baleias devem chegar ao litoral sul nesta temporada e a população de baleias tem aumentado em média 12% ao ano.

Fonte:Assessoria de Comunicação Social – Ascom/MTur

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