Espírito Santo: Referência em beleza natural e famoso pela culinária à base de peixes e frutos do mar

O Estado do Espírito Santo tem muito mais a oferecer ao seu visitante. Uma experiência que vai além das suas praias, não dispensa a boa moqueca capixaba nem o clima ameno de montanha.

Mas, como uma pessoa romântica que sou não posso falar sobre o Estado do Espírito Santo sem mencionar a lenda do Pássaro de Fogo, ela, Jaciara, uma lindíssima princesa indígena, filha do poderoso cacique que ocupava uma imensa terra, onde hoje encontramos o atual município de Cariacica.
Ele, Guaraci, um forte guerreiro da tribo dos Temiminós, que ocupava as terras hoje conhecida como município da Serra.

Pertencentes a duas tribos inimigas – Temiminós e Botocudos – o jovem casal foi impedido de viver a sua história de amor. Comovido com a paixão dos dois índios, o Deus Tupã transformou-os em duas montanhas. Até hoje eles estão frente a frente, contemplando um ao outro e assim ficarão por toda a eternidade. Tem coisa mais romântica que isso?

Curiosidade: Há uma semelhança muito grande com a Lenda Russa do Pássaro de Fogo, imortalizada pelo grande Maestro Igor Stravinsky.
Bom, mas voltando ao Estado do Espírito Santo cuja capital  Vitória é a segunda capital mais antiga do Brasil e tem a melhor moqueca do mundo, isso eu posso garantir, é simplesmente divina!
O turismo no Espírito Santo está organizado em rotas turísticas. Caminhos que levam o visitante para desfrutar as delícias do litoral, do turismo religioso, náutico, ecoturismo e do agroturismo. Podemos acrescentar ainda: esportes radicais como raffiting, rapel e vôo livre, festas religiosas como a tradicional Festa da penha e o forró de Itaúnas.
Seu Patrimônio Histórico Cultural é outro roteiro a ser descoberto: uma viagem entre o passado e o presente do Espírito Santo, preservados em seus casarios de municípios como Muqui, São Mateus, Santa Leopoldina, Convento da Penha e nas construções do Centro de Vitória.
Trilhas ecológicas, centros de estudos e pesquisas, como o Projeto Tamar e a Reserva Florestal da Vale, ajudam a compor o mosaico que é o Estado. Um cardápio turístico onde a gastronomia também é destaque. A moqueca, feita na panela de barro, é uma herança indígena hoje produzida artesanalmente pelas paneleiras de Goiabeiras. Já a Torta Capixaba, que tem mariscos, peixe e palmito entre os ingredientes, é o prato principal da culinária local na Semana Santa.
A dinâmica econômica de Vitória possibilita o turismo de eventos e negócios, o turismo náutico e gastronômico, com seus inúmeros restaurantes, onde o prato mais pedido é a moqueca capixaba (olha ela aí de novo!). Vitória é conhecida como Ilha do Mel (nome que foi dado pelos povos indígenas), e possui um arquipélago composto por 34 ilhas e por uma porção continental. Outra especificidade da capital capixaba são seus 891,8 hectares de manguezais.
Na alta estação, principalmente durante o verão, a paisagem da cidade é alterada com a presença de luxuosos transatlânticos atracados no Porto de Vitória. O terminal está localizado no Centro da Vitória.
Mas é muita coisa que para conhecer melhor, só pessoalmente.

Selma Cabral
Selma Cabral
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