novo normal

NOVO NORMAL?

TURISMO PERTO DE CASA?

Quase quatro meses após a paralisação total das atividades, e o longo período de isolamento social despertou ainda mais a vontade de viajar. Um sonho alimentado por pessoas das mais variadas idades.

Mas como ficam as viagens? Como vamos nos sentir seguros para pegar a estrada e sair por aí.

Até outro dia isso só dependia de nós, da nossa vontade, agora não é bem assim:É uma questão de saúde pública, precisamos observar como vai se comportar a pandemia, para ser seguro viajar.

A retomada será gradativa e se dará em novas bases, em que a segurança sanitária tornou-se prioridade. Seja para onde for, temos que acrescentar novos itens que serão indispensáveis na bagagem: álcool em gel; seguro viagem; máscaras; testes de covid-19 (alguns lugares com certeza vão exigir). Os cuidados com higiene passaram a ser os mais observado pelos clientes na hora de escolher um lugar para passar as férias.

Vão se sobressair, portanto, destinos e equipamentos que adotarem protocolos rígidos e conseguirem transmitir uma imagem de segurança para as pessoas e de prevenção efetiva à Covid-19. Mas é imprescindível que além de exigir o visitante também seja consciente em cumprir as regras.

Temos que pensar que com o dólar acima dos R$ 5, a redução do poder de compra trazida pela crise e a proibição da entrada de turistas do Brasil na Europa e Estados Unidos, uma tendência será a de viajar dentro do País. De preferência, de carro, para locais perto de casa e com preços mais em conta.

Na visão mais otimista em 2021 será possível falar em recuperação. Na mais real só em 2022. Isso dependendo do ritmo de desenvolvimento de uma vacina.

A adaptação ao “novo normal” exigiu investimentos, treinamento constante da equipe e preocupação em seguir à risca os protocolos, pois os clientes com certeza irão pesquisar e , perguntar pelas medidas sanitárias antes de escolher um destino.  O hóspede precisa se sentir seguro para decidir voltar a viajar mesmo que perto de sua cidade. E isso é o que fará a retomada do setor.

Os lugares preferidos serão os que possuírem muita área ao ar livre, nesse pontos os resorts levam vantagens, hotéis próximos da praia onde seja possível evitar aglomerações.

Enquanto isso podemos sonhar e planejar nossa próxima viagem, porque sonhar só depende de nós e planejar é preciso!

Planejando a Viagem

Antes da Viagem

O passageiro deve registrar os bens fabricados no exterior que estiver levando na viagem (como câmeras e filmadoras), mesmo se forem usados ou comprados no Brasil, para garantir que não pagará impostos no retorno ao Brasil. Equipamentos com garantia no exterior que estão sendo levados para trocas ou consertos também devem ser registrados. Normalmente, o registro é feito no aeroporto de embarque, por meio da Declaração de Saída Temporária (DST).

Se o viajante estiver levando mais de R$ 10 mil, ou o equivalente em outra moeda, ele deve fazer a Declaração de Porte de Valores (DPV) e apresentar o comprovante de aquisição regular dos recursos em local autorizado pelo Banco Central a operar com câmbio.

Livre de Impostos – O passageiro pode trazer produtos no valor de até US$ 500, ou o equivalente em outra moeda, em viagem aérea ou marítima e o equivalente a US$ 150 em viagem terrestre, fluvial ou lacustre, sem precisar pagar impostos. O mesmo vale para menores de idade, acompanhados ou não.

Planejando a viagem

Esta cota de isenção só pode ser usada uma vez a cada 30 dias e é pessoal e intransferível. Nem pessoas da mesma família podem somar ou transferir suas cotas. Esta regra não se aplica a bagagens de tripulantes em serviço, diplomatas estrangeiros e de militares, transportadas em veículo militar.

Além disso, o passageiro pode ter em sua bagagem, identificada com a etiqueta da companhia: roupas, produtos de higiene e beleza e calçados – para uso próprio e em quantidade de acordo com a duração da viagem – livros, folhetos e periódicos em papel. As pessoas que passaram mais de um ano no exterior podem também trazer seus bens pessoais, domésticos e profissionais livres de impostos.

A bagagem despachada pelo correio ou como carga, ainda que venha no mesmo veículo que o passageiro, está sujeita a pagar imposto e não tem direito à cota de isenção. A exceção é o transporte de roupas, objetos pessoais usados, livros, folhetos e periódicos, que estão isentos de impostos.

Duty e Free Shop – O viajante ainda tem direito de gastar até US$ 500 na duty free shop (loja franca ou livre de impostos) do aeroporto onde a bagagem será examinada pela alfândega, no desembarque. Se a compra for feita em loja franca do exterior ou de outro aeroporto brasileiro em que o passageiro não vá passar pela alfândega, os produtos não estão liberados do pagamento de impostos. Existem algumas restrições de quantidade para alguns produtos:

Planejando a viagem

– 24 garrafas de bebidas alcoólicas e no máximo 12 do mesmo tipo
– 20 maços de cigarros de fabricação estrangeira
– 25 unidades de charutos ou cigarilhas
– 250 g de fumo preparado para cachimbo
– 10 unidades de cosméticos
– 3 relógios, brinquedos, jogos ou instrumentos elétricos ou eletrônicos

Excesso de Valor – Quando o valor dos produtos for maior que a cota de isenção, o viajante está sujeito ao pagamento do imposto de importação, que é de 50% sobre o valor da fatura ou nota da compra. Na falta ou inexatidão destes comprovantes, o valor de base para a cobrança do imposto será estabelecido pela autoridade da alfândega.

Para ter seus bens liberados, o passageiro deve pagar o imposto através do Documento de Arrecadação de Receitas Federais (Darf), em qualquer agência bancária ou caixas eletrônicos que tenham este serviço. Se não for possível fazer o pagamento na hora do desembarque, os produtos que precisam de imposto serão retidos pela alfândega e o proprietário ficará com um termo de retenção e guarda dos bens. A liberação só será feita com a apresentação do termo de retenção e do comprovante de pagamento.

O que não pode vir com a bagagem – Alguns bens não podem ser considerados bagagem: objetos para revenda ou uso industrial, automóveis, motocicletas, motonetas, bicicletas com motor, traillers, outros veículos automotores terrestres, aeronaves, embarcações de todo tipo, motos aquáticas e similares e motores para embarcações.

É proibido – O viajante não pode trazer cigarros e bebidas fabricados no Brasil, de venda exclusiva no exterior, além de drogas e entorpecentes. Menores de 18 anos não podem ter bebidas alcoólicas, fumo, cigarros e semelhantes em sua bagagem. Estes produtos serão apreendidos pela alfândega e a pessoa ficará sujeita a representação fiscal para fins penais.

Bagagem Acompanhada – Todo viajante vindo do exterior deve apresentar a Declaração de Bagagem Acompanhada (DBA) na sua entrada no Brasil. A declaração é individual e o formulário é fornecido pelo transportador, agência de viagem ou obtido na alfândega. As compras feitas na duty free shop do local onde a bagagem será examinada não devem ser relacionadas na DBA.

Menores de 16 anos desacompanhados não precisam apresentar a DBA, mas continuam sujeitos à verificação da alfândega. Se estiverem acompanhados, o pai ou responsável que deve fazer a declaração.

Quando as informações do DBA forem falsas ou inexatas será cobrada uma multa de 50% sobre o valor dos produtos que excederem a cota de isenção.

Bens a Declarar – Todo viajante vindo do exterior deve apresentar a Declaração de Bagagem Acompanhada (DBA) na sua entrada no Brasil. A declaração é individual e o formulário é fornecido pelo transportador, agência de viagem ou obtido na alfândega. As compras feitas na duty free shop do local onde a bagagem será examinada não devem ser relacionadas na DBA.

Menores de 16 anos desacompanhados não precisam apresentar a DBA, mas continuam sujeitos à verificação da alfândega. Se estiverem acompanhados, o pai ou responsável que deve fazer a declaração.

Quando as informações do DBA forem falsas ou inexatas será cobrada uma multa de 50% sobre o valor dos produtos que excederem a cota de isenção.

Bagagem Extraviada – No caso de bagagem extraviada, além de registrar a ocorrência na companhia, o viajante tem de confirmar o registro na alfândega, para garantir o direito à cota de isenção.

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Santos/SP – Brasil

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