Ao ler o jornal A Tribuna de hoje, qual não foi minha surpresa ao ver que finalmente alguém pensou como uma cidade turística:
“Aquário e orquidário têm tarifa especial: A partir dessa terça-feira a Prefeitura colocará em vigor um Combo promocional para a visitação de dois dos principais pontos turísticos mais visitados da Cidade: O Aquário e o Orquidário”.
Nossa isso me deixa realmente feliz, desde a faculdade já falávamos sobre isso, mesmo que de outras maneiras: Ingresso Unificado, e a ideia era para o Circuito dos Fortes e o Museu de Pesca, na época não vingou, mas agora, dez anos depois, temos a primeira iniciativa que espero que seja bem sucedida e venham outras.
Deixo aqui, meus parabéns ao autor do projeto ou da ideia!
Como funciona: Com a promoção, o custo das duas entradas será de R$8,00, o combo promocional tem validade de 30 dias após a data da compra.
Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do Aquário, Avenida Bartolomeu de Gusmão, s /nº, na Ponta da Praia, ou no Orquidário Municipal, que fica na Praça Washington, s/nº,  no Bairro José Menino. 

Fica a dica para as férias de julho!!

Compartilhando boas ideias: 

 

Turistas recebem cartilhas com recomendações do Ministério do Turismo para terem uma viagem tranquila. Guia Viaje Legal pode ser acessado pela internet.

Turistas de Brasília receberam hoje guias impressos com dicas para uma viagem segura. A ação faz parte da estratégia do Ministério do Turismo para divulgar o endereço eletrônico do programa Viaje Legal, onde o internauta tem acesso ao conteúdo detalhado com todas as recomendações para evitar que as férias de julho se transformem em transtornos.   

No guia online, estão informações de como proceder, por exemplo, em caso de extravio de bagagem, atraso de voo, e os cuidados que devem ser tomados na hora de contratar serviços.  O site informa também que o cadastro de prestadores de serviços turísticos do MTur (Cadastur) deve ser sempre consultado para conferir se agências, guias, hotéis, transportadores turísticos estão em situação regular.

“O aumento da renda da população, com a expansão da classe média, tem impacto extremamente positivo no mercado de turismo. A cada dia, novos consumidores colocam o turismo na sua cesta de consumo”, explicou o secretário Nacional de Políticas de Turismo do MTur, Paulo André.

Um total de 15 mil cartilhas foram colocadas à disposição das pessoas que circularam pelo Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek e da Rodoviária Internacional de Brasília hoje. O material permite que as páginas sejam destacadas para a montagem de cinco origamis que representam ícones do turismo. 

Quem gostou da novidade foi Matheus Kiyoshi Isozaki, de 8 anos. “Achei muito legal. Vou brincar durante o voo”, afirmou Matheus com a cartilha na mão. A tia do menino, Susab Isozaki aprovou a iniciativa. “O próprio nome do programa Viaje Legal é muito bom, porque aproxima o governo do cidadão. São dicas oficiais com uma linguagem fácil e acessível”, avaliou Susan.  


Planeje suas próximas férias em uma destas três joias turísticas da América Latina: Panamá, Paraty (Brasil) ou a Península de Samaná (República Dominicana). Além de sua grande riqueza histórica e cultural, estes três destinos contam com belas praias, paisagens paradisíacas e hotéis sofisticados, que oferecem uma ampla variedade de atividades.
Panamá
Foto: Thinkstock
O Panamá é um dos principais destinos turísticos da América Latina. Suas praias em dois oceanos, bairros históricos e o famoso canal fizeram prosperar a economia do país. Além disso, turistas e investidores são atraídos pelo mercado imobiliário, serviços financeiros e sua variada oferta de compras.
Ao longo do istmo do Panamá, o arquipélago Bocas del Toro tornou-se parada obrigatória para os amantes do mergulho e snorkel. Com nove ilhas e mais de 200 ilhotas espalhadas pela laguna de Chiriquí, o arquipélago é como um Caribe em miniatura. O Laguna Azul Eco Lodge, um dos muitos hotéis rústicos da região, é rodeado um ambiente exótico em que a natureza é a principal protagonista.
Já no coração da Cidade do Panamá encontra-se o distrito histórico Casco Viejo, declarado Patrimônio Universal da Humanidade pela Unesco em 1997. Suas ruas estreitas e casas antigas de arquitetura colonial dão lugar a um badalado distrito artístico, com galerias, cafés, restaurantes e hotéis refinados, como o  Canal House, eleito pelo New York Times como o melhor da cidade do Panamá.
Doze anos depois de o governo panamenho assumir o controle total sobre sua operação, o Canal do Panamá continua sendo um dos destinos turísticos obrigatórios do país. A existência de um projeto de expansão multibilionário, que pretende ampliar e aprofundar o canal, aumenta o interesse por este país, que se consolida como um destino turístico de luxo na América Latina.
Prova disso é o Waldorf Astoria Panamá, o primeiro hotel latino-americano desta rede, que abrirá suas portas em junho deste ano. Cabe citar também o suntuoso Trump Ocean Club, primeiro arranha-céu do magnata Donald Trump fora dos Estados Unidos, considerado o edifício mais alto da América Latina.
Paraty, Brasil
O Brasil é muito conhecido por cidades como Rio de Janeiro e São Paulo, grandes metrópoles que atraem milhares de turistas. No entanto, uma pequena e charmosa cidade as duas capitais está se tornando um destino cultural cada vez mais valorizado: Paraty.
Um dos grandes atrativos de Paraty é sua própria história. No século XVIII, esta cidade litorânea era considerada o segundo porto mais importante do Brasil, de onde se exportava ouro para Portugal. Também era muito conhecida durante a época colonial por ser a mais importante produtora de brandy  do país. De fato, até meados do século XX, a palavra “paraty” era sinônimo de “brandy”.
Outro grande atrativo de Paraty é sua grande efervescência cultural e artística. Durante o mês de junho, um festival de jazz, blues e soul atrai importantes músicos brasileiros e americanos, lotando suas ruas de pedra. Outro evento de destaque é o Paraty Em Foco, una uma série de mostras fotográficas com novos talentos e artistas consagrados do Brasil e de outros países. Por fim, o evento mais badalado do calendário da cidade é a festa literária Flip, que todos os anos atrai escritores do porte de Isabel Allende e Ian McEwan, reunindo anualmente milhares de amantes da literatura em um ambiente paradisíaco.
Refinadas lojas de artesanato em um romântico corredor de compras na Rua do Comércio também atraem os visitantes. Não podemos esquecer da famosa caipirinha, feita com um ingrediente local muito especial: a cachaça.
Por fim, a viagem será ainda mais prazerosa se você se hospedar na Casa Turquesa, o hotel mais sofisticado de Paraty, eleita a melhor pousada nova do Brasil em 2009. No final deste ano, será inaugurado o primeiro hotel de luxo da cidade, construído pela rede francesa Maison des Reves, conhecida por seus chalés glamourosos, cheios de conforto e elegância.
Península de Samaná, República Dominicana
A República Dominicana tem um segredo muito bem guardado. Trata-se da Península de Samaná, parte da província de mesmo nome. Suas praias praticamente virgens são um verdadeiro berçário de baleias, que migram para acasalar em suas águas mornas cristalinas durante os meses de inverno.
Um aeroporto internacional e uma estrada nova transporta os viajantes de Santo Domingo até Samaná em apenas duas horas, colocando este paraíso ao alcance de todos.
Além disso, a península possui praias extraordinárias e a maior concentração de coqueiros por metro quadrado do mundo. Cayo Levantado, uma pequena ilha localizada no nordeste da baía, abriga praias inesquecíveis, um verdadeiro sonho para quem está de férias.
A Baía de Samaná também é conhecida internacionalmente por atrair, todos os anos, cerca de 3.000 baleias-jubarte em um belo ritual de acasalamento. Os visitantes podem até chegar a poucos metros dos animais para fotografá-los.
Este paraíso tropical conta com hotéis de primeira categoria, como o Balcones del Atlántico, da cadena Rockresort, que abriu suas portas  em maio do ano passado, no vilarejo de Las Terrenas, oferecendo atividades de ecoturismo e todo tipo de esportes aquáticos. Mas se você deseja um espaço mais exclusivo e tradicional, The Península House é uma boa pedida. Com seis luxuosas suítes, em 2011 recebeu o prestigiado prêmio Andrew Harper, crítico que  visita incógnito os resorts, cruzeiros e restaurantes mais finos do mundo para depois resenhá-los em uma aguardada publicação anual.

Fonte: http://luxe.discoverybrasil.uol.com.br/destinos-da-moda-na-america-latina/

Continuando minhas matérias sobre festivais de Inverno vamos falar sobre o Festival de Inverno de Paranapiacaba. Tenho muita admiração por este em especial porque ele começou com o objetivo de trazer os turistas para conhecerem a Vila, e toda a comunidade local foi envolvida, mas ele acabou ficando maior que isso, ganhando vida própria. O que para o turismo é muito interessante e serve de exemplo para muitas cidades que tem potencial, mas não tem união.
Breve história:
Paranapiacaba é um distrito do município brasileiro de Santo André (estado de São Paulo). Surgiu como centro de controle operacional e residência para os funcionários da companhia inglesa de trens São Paulo Railway – estrada de ferro que possibilitava o transporte de cargas e pessoas do interior paulista para o porto de Santos, e vice-versa.

Sobre o Evento

O Festival de Inverno de Paranapiacaba oferece ao público música de qualidade com shows de artistas renomados do Brasil. Há também espaço para os artistas locais mostrarem todo o seu talento a assim garantirem ainda mais projeção no cenário artístico. Realizado em Paranapiacaba, distrito de Santo André, o evento integra o calendário de atividades do município.
Em 2012 acontece sua 12ª edição nos dias 14,15, 21, 22, 28 e 29 de julho.
 PONTOS TURÍSTICOS:
Museu Funicular do Trem
Os galpões que abrigaram o maior sistema funicular do mundo, ainda em seu lugar original, compõem hoje o Museu Funicular de Paranapiacaba. As peças estão todas em exposição para mostrar como era feito o trabalho das maquinarias: a roda de inércia movida a vapor, os cabos de aço e um veículo serra-breque. Um passeio por este museu vai revelar muito da história ferroviária do lugar e também de seus primeiros moradores.
Museu do Castelinho
Construído em 1897 para ser a residência do superintendente inglês durante a construção da estrada férrea, o Castelinho fica no alto de uma colina. Sua localização foi estratégica, pois de lá era possível avistar todas as ruas do distrito e todas as atividades desenvolvidas. Atualmente o lugar abriga o Centro de Preservação da Memória de Paranapiacaba. Ali estão reunidos objetos e instrumentos de trabalho da época dos ingleses.

Passarela Metálica 
A passarela metálica foi construída em 1899 sobre o corredor ferroviário, onde se localizavam a estação, o pátio e todos os equipamentos, para ligar os dois núcleos da vila.

Clube União Lyra Serrano
Sede das principais atividades culturais de Paranapiacaba, como o badalado Festival de Inverno. Foi uma das últimas construções inglesas na Vila de Paranapiacaba, por volta de 1936 e chama a atenção por sua beleza. O Serrano é formado por um prédio com hall, salão de jogos, sala de troféus, salão de baile e cinema, além do complexo esportivo externo com campo de futebol.
Igreja Bom Jesus de Paranapiacaba
Construída em 1887 para atender aos funcionários católicos da ferrovia, era o palco das missas e da tradicional Festa do Padroeiro, a festa mais antiga de Santo André e que acontece até hoje.

Feira de Artesanato do Parque Andreense
Feira realizada de 9h às 18h todos os domingos para comercialização de artesanato, flores e alimentos produzidos pelos moradores locais no Pátio do Posto Rodoviário do Parque Andreense.

Exposição permanente de Ferromodelismo
Realizada todos os sábados, domingos e feriados, entre 10h e 17h, essa feira expõe maquetes de trens e miniaturas em movimento do pátio ferroviário de Paranapiacaba. Rua Varanda Velha, Vila Velha.

CACHOEIRAS 
Cachoeira d´Água Fria

Cachoeira da Fumaça
A outra é na Cachoeira da Fumaça, que possui uma queda d’água com aprox. 130 metros de altura, é um excelente ponto para a prática de rapel e arvorismo.

 Ecoturismo & Natureza
Área de Interpretação Ambiental entre as trilhas Olho D’Água e Tanque do Gustavo
Além da possibilidade de observar a flora e a fauna da Mata Atlântica de perto, os visitantes podem conhecer o sistema de reservatórios implantado pelos ingleses no final do século XIX. O projeto foi planejado valorizando a integração entre a natureza e a engenharia.
 
Parque Natural Municipal Nascente de Paranapiacaba
Área que contorna a vila de Paranapiacaba foi transformada na unidade de conservação Parque Natural. As belas trilhas do Olho D Água, o tanque do Gustavo, a Pontinha, a Água Fria e a Comunidade são lugares belíssimos que devem ser visitados com acompanhamento de monitor ambiental. São 4 milhões de metros quadrados de Mata Atlântica exuberante preservada.

Reserva Biológica do Alto da Serra de Paranapiacaba
A Reserva Biológica do Alto da Serra de Paranapicaba, em seus 336 ha predomina relevo montanhoso, com o ponto mais elevado – Mirante – voltado para o vale do Rio Mogi (Hoehne, 1925); a declividade diminui em direção ao bairro de Campo Grande. Pelos seus vales e baixadas correm vários córregos que contribuem para a formação de rios maiores, como o Rio Grande.
 
A vegetação da Reserva, composta por florestas e campos nativos entremeados por manchas esparsas de matas mais baixas, é predominantemente secundária.

A Reserva foi criada em 1909 por Hermann von Ihering, como reserva particular, para preservar florestas e campos nativos; e em 1913 foi adquirida pelo governo estadual Conhecida como Parque Cajuru e Estação Biológica na época, seus limites estendiam-se entre as estações ferroviárias de Campo Grande e Alto da Serra, esta junto à Vila de Paranapiacaba (Hoehne, 1923); posteriormente, a área original foi ampliada pela doação de uma gleba junto à antiga entrada, feita pela “São Paulo Railway Company”, e aquisição de uma outra pertencente ao Sr. Manuel Augusto Alfaya (Hoehne, 1937, 1940). Na década de 1970, entretanto, a Reserva perdeu quase 248.588m2 com a construção da rodovia SP-122 e, em 1982, com seus 336 ha, passou a ser chamada de Reserva Biológica do Alto da Serra de Paranapiacaba. 

Tem muita coisa pra conhecer é é bem pertinho!!

 

As melhores:
 
São Luís, Maranhão
A dança dos escravos

Depois de passarem boa parte do ano bordando fantasias e ensaiando coreografias, quando junho chega, os mais de 300 grupos folclóricos invadem as ruas de São Luís para encenar a antiga história de Catirina. Segundo  a lenda  a escrava  estava grávida e ficou com desejo de comer língua de boi e seu marido, pai Francisco, não hesitou em matar o animal mais bonito da fazenda. Para se vingar dele, o patrão colocou vaqueiros para persegui-lo. Depois de muita reza dos índios e feiticeiros, o boi ressuscitou e o episódio virou uma grande festa. A cada ano, Catirina e pai Francisco passeiam pelas ruas maranhenses homenageando a cultura popular. A festa ainda tem vários sotaques – matraca, orquestra, zabumba, baixada e costa de mão –, mas o que mais importa é a batida cadenciada de pandeiros, maracás e tantãs, muitas vezes acompanhados de instrumentos de corda e sopro, que impregna São Luís de história e encantamento.
 

Campina Grande, Paraíba
Enquanto Caruaru diz que faz o melhor São João do Brasil, Campina Grande brada que a sua festa junina é a maior do mundo. A concorrência entre as cidades nordestinas se justifica. No interior da Paraíba, o São João ocupa o Parque do Povo, uma área com mais de 40 mil m² decorada com fogueiras, bandeirinhas e balões. Nesse imenso espaço, além de barraquinhas que oferecem comidas e brincadeiras típicas, tem o Sítio São João, cópia de uma casa sertaneja que homenageia as comunidades que vivem no sertão. Mas a ordem em Campina Grande é arrastar o pé. Durante os 30 dias de festa – normalmente, quando julho começa, ainda há festejos por lá – é o forró pé-de-serra que dita o ritmo dos visitantes. Não tem quem fique parado no forródromo, salão em forma de pirâmide e onde, toda noite, apresentam-se grupos de música regional e trios de forró. Para recuperar a energia, uma dose de quentão, ou vinho quente, e um pedaço de bolo de milho.

Caruaru, Pernambuco

Ao embarcar no Trem do Forró, em Recife, já é possível sentir o alvoroço que envolve a comemoração do São João, em Caruaru. Em cada vagão, grupos tocam forró pé-de-serra e o som do triângulo convida o turista a degustar um pouco do que é a grande festa junina da cidade. De fato, no início de junho, a alegria já está nas ruas: bandeirinhas enfeitam cada canto e não falta diversão. Uma fogueira de mais de 12 metros de altura ilumina as noites, e vale a pena passear pelo Alto do Moura. Distante 7 km do centro, o vilarejo concentra mais de mil artesãos que transformam o barro em figuras típicas do Nordeste. Durante o São João, o lugar transforma-se: trios de forró e bandas de pífano animam as ruas, os ateliês ganham decoração junina e os restaurantes oferecem guloseimas nordestinas.

Mossoró, Rio Grande do Norte
Lembranças do bando de Lampião…

As festas juninas do Nordeste não evocam apenas os santos católicos que as regem. A que acontece em Mossoró, distante 270 km de Natal, prova que a cultura brasileira é repleta de boas histórias. No Mossoró Cidade Junina, as quadrilhas e os shows de forró atraem grande número de turistas, mas é o Chuva de Bala que enfeitiça os visitantes. O espetáculo, encenado ao ar livre por mais de 55 atores, conta a história da frustrada invasão do bando de Lampião à cidade. Ainda era princípio do século passado quando isso aconteceu e até hoje o lugar da batalha é preservado. Tanto que é lá, na Capela de Vicente, que a festa ganha força durante o mês de junho.

Estância, Sergipe
A festa da pólvora

No sul de Sergipe, fica Estância, uma das cidadezinhas mais antigas da região. Quando o dia 31 de maio nasce, a população aguarda ansiosa a temporada junina. Por lá, a festa tem hora para começar, mas não para acabar. À noite, é o momento de brindar a chegada do mês da festa de São João. Uma bandeira com a imagem do santo é hasteada no centro da cidade, enquanto na porta de casa uma fogueira arde, iluminando as ruas e a passagem dos músicos que tocam xaxado, baião e xote. Também é nessa ocasião que a cidade transforma-se em um canteiro de busca-pés e espadas de fogo. O famoso fogo de artifício que corre rente ao chão “busca” os pés dos visitantes, animando a tradicional noite.

Parintins, Amazonas
As lendas comandam a arena

É fácil passear pela pequenina Parintins, na ilha de Tupinambarana, no Amazonas, e encontrar crianças vestidas de boi, batendo tambor e entoando cantigas regionais. Mas elas não escolhem qualquer animal. Suas fantasias são do boi Caprichoso ou do Garantido, que comandam o Festival Folclórico de Parintins. A cidadezinha banhada pela força do rio Amazonas é movida pela festa do boi-bumbá, que acontece no último fim de semana de junho. Durante esses dias, o vermelho, do Garantido, e o azul, do Caprichoso, colorem a ilha e a dividem em duas. A rivalidade é grande e a disputa é comemorada com um espetáculo no bumbódromo, estádio ao ar livre com formato de cabeça de boi. Carros alegóricos gigantes, fantasias repletas de plumas e brilhos invadem a arena ao som de toadas, representando lendas indígenas. A cada noite, a festa é grandiosa, a alegria no bumbódromo contagia e é difícil escolher para que boi torcer.

Porto Seguro, Bahia
Em junho, o forró domina o axé

Desde 2010, a badalada Porto Seguro, na Bahia, promove um novo São João. A festa junina que, como o Carnaval e o Ano Novo, acontecia na Passarela do Álcool, ganhou um novo endereço, a rua do Mangue. A charmosa viela, contornada por casas antigas, acolhe a comemoração. Enquanto nas barraquinhas alguns moradores servem mungunzá, o tradicional doce de milho com leite de coco, e as crianças divertem-se com a pescaria, outros recebem os turistas que desejam conhecer as velhas construções. Nas noites iluminadas pela fogueira ainda acontece o Festival de Quadrilhas, quando grupos da cidade convidam quem está por perto a dançar. E, se dançar é a ordem, quem procura um parceiro para “forrozear” não vai ficar parado. 

 Boa festa junina pra todos, seja em um desses lugares, no seu bairro, na sua ciadade ou na sua casa, porque não? 

Ambientalistas, políticos, poetas, feministas, professores, hippies. Na Cúpula dos Povos, arena social instalada no Aterro do Flamengo com programação paralela à Rio+20, o exercício da diferença tem um ponto em comum: a paixão pelo Rio de Janeiro. Das curvas do calçadão de Copacabana à inconfundível silhueta do morro do Pão de Açúcar, as referências do turismo carioca estão por toda parte e desfilam em roupas e souvenirs que dão vida à passarela democrática da Rio+20.
Os comerciantes Paulo Junior e Gabrieli Bolzan levaram 80 miniaturas do Cristo Redentor para o local nesta quinta-feira (21). As peças em gesso, de diversos tamanhos, são vendidas a preços que variam de R$ 10 a R$ 20. “O Cristo é uma das sete maravilhas do Brasil e os turistas adoram, é a primeira coisa que eles lembram quando o assunto é o Rio de Janeiro”, afirma o dono do negócio. Segundo Junior, “os pontos turísticos mais amados do Rio continuam sendo o Cristo e o Pão-de-Açúcar”.
 Além dos estrangeiros, que tradicionalmente procuram pequenas réplicas do monumento para levar de lembrança, agora são os brasileiros que impulsionam o negócio: “o que faz girar dinheiro para nós, hoje, é o turismo brasileiro”, garante.
Encantos feitos à mão
Enquanto alguns usam o turismo para gerar renda, outros geram renda fazendo turismo. É o caso do pernambucano Paulo Silva, 32 anos, que nos últimos 10 anos percorreu 20 estados brasileiros montado sobre uma “magrela” de duas rodas.
De Florianópolis (SC) a Belém (PA), perdeu a conta de quantos chapéus de folha de côco já vendeu nas andanças pelas praias, metrópoles e pequenas cidades do país. Mas garante que a atividade é o sustento da família, que ficou no Nordeste cheia de saudades. “Aqui na Rio+20 estou vendendo em média 10 unidades por dia,  a R$ 15 cada. Dá pra tirar bem, dá pra ser feliz”, diverte-se o artesão.
O índio Taquari Tupinambá, 45 anos, veio de Ilhéus (BA) em defesa da demarcação das terras indígenas, mas não só. Trouxe também na bagagem adornos especialmente produzidos para o evento. Colares, souvenirs e peças com elementos típicos da cultura indígena, como a casca de biriba, estão entre as peças mais procuradas por turistas em visita ao tapete de vendas. “Os Tupinambá são muito poucos no Brasil hoje… mas, enquanto restar algum de nós, vamos lutar pelo que é nosso. Semente que fica no chão brota de novo”, defendeu.
Outros produtos legitimamente brasileiros – como cachaça, mel, pulseiras de pedras nativas, geleias de frutas, cadernos com capa de couro ecológico e até relíquias do cinema nacional – também têm espaço garantido nas ruas que formam um ‘mini-shopping’ a céu aberto na Cúpula dos Povos. A arena ficará aberta até o próximo sábado (23). A estimativa da organização é que mais de 50 mil pessoas de 150 países circulem pelo espaço até amanhã.
Fonte: imprensa@turismo.gov.br

No acumulado do ano, a receita cambial do turismo cresceu 7,41%

Os turistas estrangeiros deixaram US$ 532 milhões no país no mês passado, um volume recorde para os meses de maio. Em relação ao mesmo período de 2011, que registrou gastos de US$ 527 milhões, a receita cambial do turismo cresceu 0,97%.
Houve aumento também na receita acumulada de janeiro a maio, na relação com o mesmo período do ano passado. A diferença foi de 7,41%, comparando os US$ 3 bilhões gastos por estrangeiros nos destinos nacionais com os US$ 2,8 bilhões da soma dos primeiros cinco meses de 2011.
A receita cambial do turismo, apurada pelo Banco Central, considera os gastos dos estrangeiros com cartão de crédito e trocas de moedas realizadas em casas de câmbio autorizadas.

O secretário nacional de Políticas de Turismo do Ministério do Turismo, Paulo André, recebeu na quarta-feira (20) a secretária de Desenvolvimento do Turismo do Mato Grosso, Teté Bezerra. Na pauta, os investimentos que estão sendo feitos no estado como preparação para a Copa do Mundo da FIFA 2014. A capital Cuiabá receberá quatro jogos da competição, na Arena Pantanal.
De acordo com Teté Bezerra, recursos do BNDES tem possibilitado ao estado investir em infraestrutura turística, principalmente estradas e rodovias, na capital e municípios próximos. Ela afirma que somente o Pantanal receberá um aporte de cerca de R$ 75 milhões, para melhorias de acessibilidade, recuperação da Transpantaneira e de atrativos turísticos.
“O turismo vem crescendo em importância na economia do Mato Grosso. Somos privilegiados, possuímos três ecossistemas, o Pantanal, o Cerrado e a Floresta Amazônica. O trabalho está sendo bem feito e a parceria com o Ministério do Turismo é fundamental nesse crescimento”, diz.
A secretária destaca que municípios como São Gonçalo Beira-Rio, Nobre, Rosário Oeste e Coxipó do Ouro também serão beneficiados com os investimentos. “Entre Nobre e Rosário será construída uma estrada que terá grande importância para o turismo. No trajeto, há 57 pontos com potencial para receber visitantes, lagos, cachoeiras, grutas. Estamos no processo de regularização fundiária e licença ambiental”.
O representante do Ministério do Turismo disse que a pasta estará presente nas principais ações desenvolvidas pelo Mato Grosso para o desenvolvimento turístico rumo à Copa 2014. “O estado do Mato Grosso tem muitos atrativos turísticos para serem divulgados para o público da Copa do Mundo”, afirmou Paulo André. 
 

De forma inédita, os líderes do G-20 reconhecem e atestam a importância do turismo para o desenvolvimento econômico global. É o que diz a declaração final do encontro das vinte maiores economias do mundo, realizado na cidade de Los Cabos, México, nos dias 18 e 19 de junho.
O 25º parágrafo do documento afirma: “reconhecemos o papel de Viagens e Turismo como um veículo para a criação de emprego, crescimento econômico e desenvolvimento e, embora reconhecendo o direito soberano dos Estados de controlar a entrada de estrangeiros, iremos trabalhar no sentido de desenvolver iniciativas para a facilitação de viagens em apoio à criação de emprego, crescimento da qualidade de trabalho e redução da pobreza e crescimento global”, afirma o texto.
Taleb Rifai, secretário-geral da Organização Mundial do Turismo, e David Scowsill, presidente & CEO do World Travel & Tourism Council (WTTC), defenderam o novo olhar sobre o setor. “Celebramos os líderes mundiais do G-20 por reconhecerem a importância do setor de viagens e turismo como motor do crescimento econômico e de criação de empregos pela primeira vez, e estamos prontos para apoiar todos os esforços por parte dos países do G-20 neste sentido. Ao facilitar vistos, os países do G-20 têm a ganhar cinco milhões de empregos em um momento de desemprego galopante em todo o mundo.”
Para o ministro do Turismo, Gastão Vieira, o reconhecimento simboliza o papel que a atividade vem desempenhando nas principais nações nos últimos anos. “A cadeia produtiva do turismo tem atuado com desenvoltura para superar as dificuldades econômicas. No Brasil, este trabalho demonstra grandes resultados, que tendem a crescer com os investimentos que estão sendo realizados pelo governo federal e pela iniciativa privada para a organização da Copa do Mundo da FIFA 2014 e as Olimpíadas de 2016”, disse.
A íntegra da declaração do encontro pode ser conferida em: 
http://www.g20.org/images/stories/docs/g20/conclu/G20_Leaders_Declaration_2012.pdf
Fonte: Fonte:  imprensa@turismo.gov.br

MTur participa de discussão sobre as diretrizes da rede hoteleira para os próximos anos.

 

O diretor do Departamento de Financiamento e Promoção de Investimentos no Turismo (DFPIT) do Ministério do Turismo, Hermano Carvalho, foi um dos palestrantes no primeiro dia do 2º Fórum Nacional de Gestão Hoteleira, realizado nesta quarta-feira (20), no Hotel Pullman São Paulo Ibirapuera, na capital paulista.
O representante do MTur falou sobre as linhas de financiamento articuladas pelo Ministério do Turismo para a hotelaria, em destaque o BNDES, a política de desoneração do segmento turístico e a importância do assunto para o fomento do turismo no país.
“Os investidores e proprietários dos meios de hospedagem precisam se conscientizar de que o governo está fazendo o papel dele de financiar e facilitar o acesso aos recursos”, disse Carvalho. 
O objetivo do fórum é promover discussões para incentivar a qualificação dos serviços hoteleiros nos próximos anos. Palestras com importantes nomes da hotelaria mundial também serão realizadas. Entre elas, o diretor-geral da Accor Hotels para a América Latina, Roland de Bonadona, o presidente da Brazil Hospitality Group (BHS S.A), Pieter J.F. van Voorst Vader, e Carolina Haro da Mapie – Especialistas Estratégicos em Consultoria.
O evento se encerra nesta quinta-feira (21). O público é formado por proprietários, gerentes e CEO´s de diversas redes hoteleiras.

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